Vasco da Gama: Vice-campeão em nos dar alegrias

Em primeiro, os Bambis.

Segundo, o Vasco.

Terceiro, a Porcada.

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8 Responses to Vasco da Gama: Vice-campeão em nos dar alegrias

  1. Marco ACT disse:

    Vice da Gama

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  2. Silvio, era muita confiança, não dava para sermos desclassificados nesse jogo, e vamos continuar assim, confiante até o final, pois mesmo que me provem o contrários com doutorados científicos, eu continuo acreditando nas vibrações positivas, vai Corinthians !!!

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  3. Fabio Venancio disse:

    Que venha o eterno 7×1 também conhecido pelos mais velhos como 11×0 ,o san7os.

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  4. Tiago disse:

    E o corinthianíssimo Corinthians do “louco” Tite, o time “que está enganando”, “que não serve para mata-mata”, se igualou, de modo sensacional, ao super-Corinthians de 2000 (campeão mundial e bicampeão brasileiro), como a melhor campanha do clube na Copa Nicolás Leoz!

    Méritos para Tite, que o seu solidário e eficiente time é incomparavelmente mais pobre, em talento, do que o sensacional Corinthians de 2000, com Dida no gol, com o impressionante meio de campo composto por Rincón, Vampeta, Marcelinho Carioca e Ricardinho, com o ataque de Edilson e Luisão.

    É o tecnico daquele Corinthians, 1°campeão mundial de clubes, o eternamente corinthiano Oswaldo de Oliveira, que relembrou, nessa semana, os antecentes e o significado daquela conquista, sacramentada naquele que sempre será o mais importante Corinthians x Vasco da história:

    http://www.lancenet.com.br/minuto/Corintiano-Oswaldo-Oliveira-Poderoso-ecoa_0_704329721.html

    “Ôô…ô! Todo Poderoso Timão…Ôô…ô! Todo Poderoso Timão…”

    Quando evocou o canto da torcida do Corinthians durante a entrevista, Oswaldo de Oliveira se arrepiou. É o som que está no seu coração. Nasceu no dia 14 de janeiro de 2000. A imagem são os 25 mil fiéis comemorando o título do Mundial sobre o Vasco, no Maracanã. O treinador, na época em seu segundo ano de carreira, levava a equipe paulista ao título mais importante de sua história.

    Hoje no comando do Botafogo, ele não esconde o corintianismo e o carinho pelos torcedores. Não importa onde esteja. Antes de fazer a preparação para o Brasileirão em Saquarema, no último dia 12, aceitou falar sobre o título mundial e como acompanha o novo duelo decisivo entre Corinthians e Vasco, desta vez pelas quartas de final da Copa Santander Libertadores.

    Choro, rixas, o saudosismo em relação aos craques e o “jogador que queria no seu time” foram algumas das revelações do treinador do Fogão em entrevista exclusiva ao LANCENET!. Confira:

    A PREPARAÇÃO

    Acabou o Brasileirão no dia 23 de dezembro de 1999 e nós tínhamos de jogar no dia 4 de janeiro a primeira partida pelo Mundial. Pelo Natal, dei até o dia 26 de folga para eles. Teve 24, 25 foi o Natal e no dia 26 se reapresentaram. Treinamos naquela semana entre Natal e Ano Novo. Quando chegou no dia 31, treinamos de manhã e eu dispensei novamente até o dia 2 de janeiro. Os caras falaram: “Ah, agora você não vai conseguir. Dia 2 de janeiro com Edílson e Vampeta?”… Não foi mole, foi uma barra. Cheguei ainda no dia 1º à noite e chegaria uma hora antes do treino. Quando cheguei às 7h30, os caras da imprensa já estavam me esperando. Quando vieram, pensei que tinha dado alguma confusão. “Oswaldo, parabéns. Você conseguiu! Edílson e Vampeta foram os dois primeiros a chegar”. Depois, me disseram que perguntaram a eles se não tiveram Ano Novo e a resposta foi: “Não temos coragem de sacanear o Oswaldo”. Para mim, isso foi inesquecível.

    A MAIOR DIFICULDADE

    Treinamos e na véspera do jogo aconteceu mais uma barreira. Podíamos inscrever 23 jogadores, todos ficavam no banco, as competições da Fifa eram assim. Eu tinha inscrito só dois goleiros: Dida e Maurício. E na hora que estávamos jantando, véspera do primeiro jogo, chegou a notícia de que eu tinha de tirar um jogador para colocar um terceiro goleiro. A Fifa exigia que o 23º atleta fosse um goleiro. Como eu ia tirar um jogador? Foi doloroso, foi uma pedreira para mim. Não era uma relação qualquer, era uma relação de muita confiança. Eu escolhi o Nenê. Choramos os dois juntos, não teve jeito.

    DEDO DO TREINADOR

    No jogo da classificação, contra o Al-Nasr, o Daniel tinha sido expulso e precisávamos fazer um gol. Eles tinham um ponta esquerda velocíssimo marroquino. Coloquei o Luizão na lateral direita e entrei com o Dinei. Numa troca de passes entre os dois, o Luizão serviu o Rincón, e o Rincón fez o gol da classificação: 2 a 0. Aquilo deu muita moral para o time.

    A FINAL

    Ir ao Rio para jogar contra o Vasco de Romário, Edmundo, Viola, Juninho, Donizete, Ramon, Felipe, Mauro Galvão, Jorginho, não era mole. Esse time tinha saído cedo do Brasileiro e estava se preparando desde novembro. Fizeram até pré-temporada e jogos amistosos. Um time preparadíssimo, que tinha goleado o Manchester United. Era só isso que tínhamos de vencer no Maracanã (risos). Foi quando aconteceu a primeira vez do “Todo Poderoso Timão”. Os 25 mil corintianos que vieram para o Rio não puderam fazer o que faziam sempre, atirar o nosso time para cima do adversário, porque não estávamos preparados para isso. E o maior indício disso foi a saída do Ricardinho no intervalo para a entrada do Edu. O Ricardinho chorando no intervalo, querendo voltar e eu dizendo que não dava. O “Todo Poderoso Timão” surgiu aí, tínhamos de resistir àquela avalanche de atacantes. O Vasco colocou os quatro: Edmundo, Romário, Viola e Donizete. A torcida sentiu e começou o “Todo Poderoso Timão”.

    GRITO QUE AINDA ECOA

    Todo dia, todo dia… Aquilo foi incrível. Ficou aquele “Ôôô…Todo Poderoso Timão”. Incendiou o nosso time, me arrepio até hoje (mostra os braços), não é brincadeira, não!

    RELAÇÃO COM A TORCIDA (FOI CARREGADO)

    Eles invadiram o campo e foi lindo demais aquilo. Quando eu saí do estádio para o estacionamento, eles estavam me esperando outra vez. Veio uma nuvem e me levou. Foi um negócio incrível aquilo.

    LEMBRANÇAS DO TÍTULO

    Guardo tudo. Tenho um quadro que um amigo meu fez, não é nada oficial, é de um torcedor que estava sempre lá. Tenho a medalha, tudo direitinho.

    TÁTICA E EMOCIONAL NA FINAL

    Lembro de tudo perfeitamente. De como inicei a minha preleção. Eu comecei assim: “75 mil dólares…O título de campeão mundial. Nada disso vai ser maior do que o orgulho de nós dizermos para nós mesmos que nós conseguimos”. Nem o dinheiro, nem a fama, tenho certeza de que cada um deles guarda isso. Seu Valdir Joaquim de Moraes fala: “Pô, Oswaldo, quando você começou pelos 75 mil dólares eu comecei a me preocupar. Quando explicou ficou claro”. Era aquele sentimento que nós carregávamos de todos os obstáculos. Os jogadores carregaram um treinador novo, eles acreditaram, fizeram prevalecer, e faziam o que eu mandava. A preparação do jogo foi maravilhosa, quando a gente soube que era o Vasco, eu vim antes para o Rio de Janeiro. O time treinou em São Paulo depois do Al-Nasr, eu assisti a Necaxa e Vasco, o jogo da classificação. Fizemos o primeiro treino nas Laranjeiras. Preparei o treino para fazer a marcação do Rincón no Edmundo. E o Romário, como era mais centralizado, era o Fábio Luciano quem pegava, com o Adílson na sobra. A gente ainda tinha Ramon de um lado, Juninho de outro e Felipe no meio.

    TIME CANSADO

    Rincón estava lesionado desde os jogos contra o Atlético-MG. Na hora dos pênaltis, eu perguntei se ele ia bater e ele falou que queria ser o primeiro. Marcelinho iria bater o último. Coloquei três grupos de bola no meio de campo, a equipe reserva entrando no nosso campo como se fosse o Vasco, e o Rincón fazendo a marcação para não darmos espaços a eles. Conseguimos limitar, impossível ser 100%, mas conseguimos limitar muito a ação deles. Quem saía mais para o jogo eram Amaral, o volante, e Paulo Miranda, lateral direito. Os outros ficaram bem marcados. Conseguimos resistir aos 120 minutos.

    EMOÇÃO DO FIM DO JOGO

    Toda vez que eu me lembro daquilo, eu me emociono muito. Foi uma coisa fantástica. Ali foi realmente o desfecho. Houve uma evolução particularmente para mim, a gente foi ultrapassando barreiras imensas, não só o Paulista, Brasileiro e Mundial. Em cada uma dessas fases foram barreiras grandes. Quando eu reassumi o Corinthians, eu tinha tido uma experiência inicial e as pessoas tinham muita desconfiança, a não ser quem lidava comigo, que foram os responsáveis pela minha ascensão. O Carlos Nujud, o Nei, um dos principais, e as pessoas que nos cercavam lá. Eu estava mais confiante naquela situação, tivemos uma arrancada linda no Paulista, goleamos Santos, São Paulo e Palmeiras, 5 a 1, 4 a 0 e 3 a 0. Foi um momento muito bonito. Para chegar lá no Mundial tivemos de ir subindo esses degraus.

    O TIME

    Tivemos um intervalo de uma semana para começar o Brasileiro. E a maioria das negociações estavam sendo feitas. Vieram Dida, Luizão, e os meninos do interior: Luis Mário, Marcos Senna, alguns saíram, e iniciamos o Campeonato Brasileiro. No decorrer dele, que lideramos de ponta a ponta, algumas coisas também aconteceram. A mais grave delas foi bem no meio do percurso, a gente liderando, os jogadores decidiram fazer uma greve com a imprensa. Foi outra pedreira para demovê-los daquilo. O interessante é que esse fato ao invés de atrapalhar, potencializou a vontade de vencer. Mas foi muito difícil de administrar, tinha jogadores de personalidade muito forte naquele momento. Depois que nos classificamos em primeiro, encaramos Guarani, São Paulo e Atlético-MG na final. Foi outro degrau imenso que subimos para chegarmos ao Mundial.

    EGOS DO ELENCO

    Tinha rivalidades dentro do grupo. Marcelinho, Edílson e Rincón não se falavam entre si. A primeira coisa que eu fiz foi pacificá-los. Rincón me deu uma aula. Disse: “Não tenho nada contra eles. Não quero sair para jantar com eles. Mas dentro do campo eu quero ajudá-los e quero que eles me ajudem”. Eu passei isso para os outros dois. O Marcelinho tinha uma vontade muito grande de fazer as coisas direito. A partir daí conseguimos avançar muito no aspecto coletivo. Individualmente eram muito bons, mas sem o coletivo não dava. Se eles estivessem juntos, seria impossível parar aquele time.

    TÍTULO MAIS IMPORTANTE DA CARREIRA

    Claro que sim! Tem outros que guardo com carinho. Mas foi o primeiro título. Às vezes as pessoas querem botar um pouco de água no nosso chope (risos). Para mim, podem falar o que quiserem. Somos os primeiros campeões mundiais.

    PASSAGEM PELO VASCO TEMPO DEPOIS

    Foi legal, eram muito profissionais. Os caras eram muito bacanas. O que eles sentiram daquele jogo, me respaldou a ter sucesso no Vasco também. Isso me ajudou lá, eles também sentiram na pele

    TORCIDA PELO CORINTHIANS

    Eu não posso negar. Quando olho a Libertadores, por exemplo. O Botafogo não está. Então não adianta. Politicamente não me interessa falar, mas quando vejo dentro do campo jogando, me vejo torcendo pelo Corinthians, não adianta.

    NOVO DUELO ENTRE CORINTHIANS E VASCO

    Tenho muitos amigos dos dois lados. Quando acabar, racionalmente, qualquer um dos dois que levar eu vou ficar feliz. Mas na hora que os dois tiverem duelando, eu sempre vou tender para o Corinthians.

    ANÁLISE COMO TREINADOR

    Dois jogos dificílimos. O Corinthians tem a vantagem de decidir em casa. Aquele Pacaembu, com aquela torcida, a gente sabe o que é. Eu vejo o Corinthians muito equilibrado, muito competitivo. O Vasco também é.

    DESTAQUES DOS TIMES

    Fácil! O Corinthians tem um jogador que eu adoro, chama-se Paulinho. É fantástico, é o volante que eu quero no meu time, é o meu Vampeta de 2012. Com diferenças de características. Adorava pela forma de jogar, gosto até hoje como ele jogava. No Vasco não tem como não destacar o Felipe. E o Juninho também. Mas o Felipe nos jogos tem feito a diferença.

    DE OLHO NA DECISÃO

    Claro, verei sim. Não é ficar na torcida, na hora, é uma coisa muito íntima, quando a bola rola, eu me pego querendo mais que o Corinthians vença. Eu tenho carinho pelas pessoas do Vasco, não vou ficar triste se vencer, não.

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  5. PAULO disse:

    CORINTHIANS, NADA É MAIS EMOCIONANTE, NADA É MAIS POVO, NADA NOS SUPERA !

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  6. gabreil disse:

    faltou o colorado!

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