Corinthians: Referência em Gestão

Matéria publicada na Revista Época Negócios.

Interessante, para desespero da anticorinthiania esquizofrênica.

Vale a pena ler

 

DA SEGUNDA DIVISÃO À LIBERTADORES: COMO O CORINTHIANS VIROU REFERÊNCIA EM GESTÃO

UM DOS PRINCIPAIS RESPONSÁVEIS POR RECONSTRUIR O CLUBE, LUIS PAULO ROSENBERG FAZ BALANÇO SOBRE ÚLTIMOS CINCO ANOS E EXPLICA COMO TIME IRÁ LUCRAR ATÉ O MUNDIAL

 

A Copa Santander Libertadores é a principal obsessão do futebol brasileiro. Para um clube que nunca a havia vencido, e cujos torcedores eram atormentados por palmeirenses, são-paulinos e santistas, todos eles campeões continentais, o valor da conquista do campeonato é ainda maior. Foram nessas condições que o Corinthians se tornou o melhor time da América Latina neste ano, ao vencer o temido Boca Juniors na decisão do torneio, e consolidou a gestão do clube como uma das melhores do Brasil.

Os méritos pelo “título” fora de campo são ainda mais claros, principalmente, porque o clube havia sido rebaixado à segunda divisão menos de cinco anos antes, no fim de 2007, depois de ter se envolvido intensamente com o empresário iraniano Kia Joorabchian. As acusações de lavagem de dinheiro na empresa dele, a MSI, foram um dos fatores que contribuíram para que o Corinthians fosse à Série B. Trata-se de um renascimento.

E um renascimento ligado, principalmente, a alguns nomes. Andrés Sanchez, agora ex-presidente, foi quem assumiu o clube e o organizou na parte política. Mas a gestão foi reconstruída por Luis Paulo Rosenberg, renomado economista que foi, entre outros cargos, assessor do ministro Delfim Netto no governo de João Figueiredo, responsável por negociar com o Fundo Monetário Internacional (FMI) durante a ditadura militar.

Faturamento Ano Variação ano a ano
R$ 290,4 milhões 2011 +37%
R$ 212,6 milhões 2010 +17%
R$ 181,0 milhões 2009 +54%
R$ 117,5 milhões 2008

A gestão do Andrés Sanchez começou no fim de 2007, com o Corinthians na segunda divisão, e menos de cinco anos depois a Libertadores foi conquistada, uma antiga obsessão da torcida. Quais foram os principais acertos, em termos de gestão, nesse período?
Em primeiro lugar, a reforma do estatuto, tornando ele democrático, moderno e dinâmico. Em segundo, a blindagem do futebol. O Corinthians deve ser o clube com menos intervenção de corneteiros, empresários e familiares. Em terceiro, o estádio. E, em quarto, o marketing.

No caso do marketing, o que fez a maior diferença?
O projeto mais importante foi o sócio-torcedor. O segundo, a rede de franquias. Em três anos, abrir 110 lojas é inédito na história do futebol mundial. E tudo o que a gente faz é para facilitar a vida da Fiel. Fizemos quatro longa-metragens, contando recortes da nossa história. Temos uma TV 24 horas em um canal a cabo exclusivo. O resto é decorrência.

Dá para citar também alguns erros importantes nesses cinco anos, medidas que hoje se mostram pouco acertadas?
Dá, claro. Tentamos fazer um jornal semanal, não conseguimos. Tentamos fazer uma rádio FM, não conseguimos. Amistosos, então, nós somos um desastre. Não conseguimos colocar de pé nenhum amistoso notável.

Mas aí tem um problema de calendário, porque o brasileiro não bate com o europeu, e isso extrapola o Corinthians, não?

É verdade. Mas às vezes tem algumas brechas, tentamos fazer e não somos bons nisso.

A gestão do Corinthians é muito elogiada, com um faturamento que cresce ininterruptamente há vários anos, e o maior contrato de TV do país. Ainda existe hoje a possibilidade de haver um retrocesso na gestão do clube?
É mais ou menos a situação do Brasil. Se a gente eleger uma Cristina Kirchner [presidente da Argentina] tudo é possível. Se elegermos um débil mental que chega aqui e diz que loja e sócio-torcedor são p**** nenhuma, podemos regredir. O Corinthians é muito presidencialista, então temos que ser muito pedagógicos no que fazemos, explicar o porquê, para tentar manter. E, novamente usando a metáfora do Brasil, quanto mais democrático for o processo de eleição, menor esse risco. Sabe-se que um colégio eleitoral de três ou quatro mil tem muito mais chances de errar do que três ou quatro milhões.

No futebol brasileiro, isso é um problema recorrente. Um presidente faz um bom trabalho por dois, quatro ou seis anos, aí entra um novo, e as coisas começam a regredir. Tem como resolver esse problema?
Ou você realmente conquista corações e mentes ou não funciona. Agora, você vê que a gente está evoluindo. Primeiro, foi uma prova de maturidade fantástica o Andrés [Sanchez, ex-presidente corintiano] não pedir reeleição, ao contrário de outros presidentes do país, para dar exemplo de que a gente luta por ideais quando está fora que não mudam quando a gente está dentro. Conseguimos eleger um presidente que tem a maior qualificação dentro do clube. Acredito que a equipe do Mário [Gobbi, presidente corintiano] é um avanço em relação à do Andrés.

Mário Gobbi (Foto: Daniel Augusto Jr / Ag. Corinthians)
GOBBI E TROFÉU DA LIBERTADORES (FOTO: DANIEL AUGUSTO JR / AG. CORINTHIANS)

O que mudou da gestão do Andrés para a gestão do Gobbi, agora?
Tivemos que fazer substituições, e ele foi muito feliz.

No marketing, no futebol, no financeiro?
Em tudo. No marketing, ele trocou um economista metido a besta [Rosenberg refere aqui a si mesmo] por um dono de uma Saatchi & Saatchi [agência de publicidade da qual Ivan Marques, atual diretor de marketing corintiano, é sócio-diretor]. É um avanço significativo.

O Ivan está atendendo às expectativas?
O Caio [Campos, gerente de marketing corintiano] está tendo com quem dialogar, criar coisas. Como ele iria conversar com um economista para explicar o que é ativação [ação, envolvida em uma campanha publicitária ou feita de maneira pontual, realizada para comunicar ao público o patrocínio realizado]? Melhorou muito.

Depois de vencer uma Libertadores, dá para estimar quanto vale esse título financeiramente? Somando patrocínios pontuais, bilheterias…
Ainda não está definido, porque tem muita água para correr. Fiz uma estimativa com o Caio, e por baixo já deu uns R$ 25 milhões. Mas acho que vai dar mais do que isso. A loja está faturando muito mais. É difícil saber. Quando lançarmos o livro da Libertadores, vai ser uma febre. O livro do Brasileirão do ano passado está vendendo muito mais desde que a gente ganhou. Dá para dizer os efeitos diretos, mas os indiretos são muito grandes. E quantos torcedores de três, quatro ou cinco anos eu ganhei? É o consumidorzinho que vai comprar nossos produtos daqui a 15 anos.

Daqui até o Mundial, como o Corinthians irá explorar o título da Libertadores e a participação no Mundial comercialmente?
Na verdade, tenho dois produtos para vender. Um é o congelamento da Libertadores em produtos, que é lançar camisetas e livros. Mas eu ganhei de graça um outro produto que talvez seja ainda mais valioso, que é a perspectiva de ganhar um Mundial. Vamos começar a fazer festas para a preparação e a mobilizar a torcida no exterior a favor do Corinthians. Imagine o que teremos de torcedor na Inglaterra. Teremos mais torcida que o Chelsea [virtual adversário corintiano no Mundial de 2012]. Do mesmo jeito que torcemos para o Manchester United contra o Palmeiras [no Mundial de 1999], vamos ter a torcida do Manchester City, do Arsenal. Vão ser todos nossos. Faremos esse trabalho e vamos começar a vender camiseta lá fora.

O mundial será uma oportunidade única de expor a marca do clube para o mundo. Haverá alguma ação para internacionalizar a marca do Corinthians, algo que se fala muito no Brasil e se faz pouco?
A gente estava trabalhando nisso mesmo sem o título, então vai acelerar. O que imaginávamos que ia acontecer no ano que vem vai acontecer neste ano. Vamos lançar um programa de TV semanal na televisão aberta chinesa só sobre o Corinthians, de meia hora. Vamos fazer amistosos e trabalhar com a Nike para fazer venda de camisas. Estamos só esperando o calendário do ano que vem, que será atípico, por causa da Copa das Confederações, e achamos que terá brechas legais para amistosos. Estamos negociando com Estados Unidos, África, mundo Árabe e China.

E aí a Nike tem o papel de fazer o meio-campo?
Sim, claro. Sempre tivemos a plataforma mais poderosa do mundo para a internacionalização e nunca nos sentimos confortáveis para usá-la. Agora, sim.

Apresentação de Chen Zhizhao no Corinthians (Foto: Daniel Augusto Jr / Ag. Corinthians)
APRESENTAÇÃO DE CHINÊS, COM ROSENBERG E GOBBI AO FUNDO (FOTO: DANIEL AUGUSTO JR / AG. CORINTHIANS)

Quanto à contratação do Chen Zhizhao, como o Corinthians a avalia depois de todos esses meses? A estratégia para aparecer na China funcionou?
Eu estive lá, e você não imagina o “auê” que ele provoca. Note, se o Corinthians tivesse contratado um grande jogador de tênis de mesa da China, já seria notícia. Quer dizer, pegar o que eles fazem de melhor, trazer para o Brasil e aproximar os dois países. Agora, quando o maior país de futebol do mundo pega o time campeão brasileiro, e ele pega um chinês para jogar, isso é pegar uma mulata do [Oswaldo] Sargentelli e colocar para cantar ópera. É muito mais exótico, emotivo, e o chinês está muito feliz com isso. Pena que ele não jogou. Foi se machucar, uma coisa que o marketing não consegue prever. E o menino é bom, viu? Do jeito que está tudo dando certo no Corinthians, ele será o novo Neymar.

O Corinthians, hoje, está sem patrocínio máster, assim como Flamengo e São Paulo. O que aconteceu? Os valores pedidos estão muito altos? As empresas ainda não se sentem confortáveis em pagar R$ 50 milhões?
Primeiro, o Corinthians ficou muito contente com os patrocínios pontuais que a gente fez durante a Libertadores, porque eu jamais conseguiria isso em um contrato anual. E você já conhece nosso estilo. Em cinco anos, não muda. O Corinthians é muito caro, negocia de uma forma muito dura e depois entrega mais do que combinou. Estamos tranquilos.

Mas não prejudica ficar sem patrocinador máster?
É claro que é como ter um apartamento para alugar. A cada mês que você não alugou, você se arrepende de não ter dado o desconto daquele mês no contrato. Mas a diferença é a postura das empresas. Elas estão muito desalentadas com o quadro econômico mundial. Isso gera um processo mais lento de decisão dentro delas.

Isso deve mudar com a Copa chegando?
Não. Isso muda com a economia americana dinamizando, a europeia saindo da miséria, e a gente voltando a crescer. Não tem jeito. Isso é economia, não é futebol.

Durante o Mundial, apenas a cota máster, justamente a que está livre hoje, tem exposição durante a partida. Isso será um trunfo nas negociações?
Sem dúvida. Nem precisa dizer, porque as empresas já sabem muito bem.

Estádio do Corinthians (Foto: Daniel Augusto Jr / Ag. Corinthians)
ESTÁDIO DEVE RENDER R$ 100 MILHÕES POR ANO AO TIME (FOTO: DANIEL AUGUSTO JR / AG. CORINTHIANS)

Como está a exploração comercial da Arena Corinthians? Há alguma negociação ou alguma propriedade vendida?
Não, estamos segurando. Eu só vou ter essa arena em setembro de 2014. Quanto mais ela estiver evidente, mais caro eu vendo. Vender agora é vender na baixa. Ela é tão diferente de todas as outras, tão monumental, você não imagina o acabamento que tem aquela arquibancada de dez andares. A hora que o empresário visualizar aquilo… Vai ter um lounge antes dos camarotes que, para uma indústria automobilística colocar os lançamentos, é coisa para gente AAA.

Quando é a hora perfeita para começar a vender?
No fim do ano, eu já começo.

Quanto dá para arrecadar com estádio por ano?
A nossa estimativa é um acréscimo líquido de receita de R$ 100 milhões por ano.

Os naming rights (direito de nomear um estádio com uma marca) estão inclusos?
Sim. São R$ 20 milhões por ano. Mas isso é pouca coisa. O que dá dinheiro é camarote. O estádio continuará com a postura corintiana de Robin Hood. Ele vai ser muito caro para a classe A e suportável para as classes C e D, porque ele é todo segmentado. Mas mesmo assim na área popular o banheiro vai ter ar condicionado. É diferente quando é do dono, porque o zelo é muito maior.

Inclusive, principalmente entre outras torcidas, existem muitas críticas pelo estádio ter um financiamento de R$ 400 milhões do BNDES. Isso mancha de alguma maneira a construção do estádio?
Imagine! Financiamento não é doação. Vou pagar igual a todos os outros estádios, sem nenhuma ajuda. Agora, tudo aquilo que foi ampliação exigida pela Fifa, seria justo que eu pague? Quem vai se beneficiar disso? A cidade de São Paulo. Então ela pegou um estímulo que já tinha em lei e cedeu um investimento que dá um grande retorno para ela. Eu pago o meu, ela paga o dela. Tenho R$ 100 milhões para pagar por ano, p****.

Luis Paulo Rosenberg (Foto: Daniel Augusto Jr / Ag. Corinthians)
FÃ DE DECLARAÇÕES POLÊMICAS, ROSENBERG DEFENDE RIVALIDADE SADIA (FOTO: DANIEL AUGUSTO JR / AG. CORINTHIANS)

O senhor já deu muitas declarações polêmicas, algumas engraçadas, outras alfinetando presidentes de outros clubes. Em algum momento sentiu que passou algum limite?
Não, que isso! O que eu faço é aguçar rivalidade, nunca inimizade. A relação que tenho com a diretoria do São Paulo é fraterna, assim como com o Palmeiras e Santos. O futebol precisa disso: mostrar que rivalidade existe, tem que ser aguçada e deve durar rigorosamente 90 minutos dentro de campo. Na hora de sair e pegar o metrô, somos todos proletariados que não sabem como o salário vai chegar até o fim do mês. Não imagino amar ou odiar uma pessoa porque a camisa dela é verde, isso é ridículo. Acho que esse tipo de atitude faz trocar violência por jocosidade.

E tem funcionado?
A segurança pública considera a nossa a menos violenta das torcidas. Temos muito diálogo, mostramos o que tentamos fazer, então acho que estamos indo bem.

O Corinthians contratou no segundo semestre do ano passado o lutador de artes marciais mistas (MMA, na sigla em inglês) Anderson Silva. O clube fornece uma academia para treinar, e ele carrega o escudo corintiano em lutas. Após vários meses, como o time avalia o patrocínio?
Maravilhoso. A gente descobriu que em outras modalidades não é o time que decide onde vai ter patrocínio, é o mercado. Conseguimos o Anderson da forma que foi, e está indo muito bem o polo. É claro que queríamos um grande time de vôlei, outro de basquete, fazemos com muito sacrifício a natação, mas gostaríamos de ver isso decolando. O Gobbi tem uma participação muito grande para ver o Corinthians na Olimpíada. À medida que ela se aproxima, vai ter mais patrocínios para essa área. Mas infelizmente o clube tem de ser reativo. Em cinco anos, tentamos muito atrair recursos para essas modalidades, mas com muito pouco sucesso.

Qual é o principal problema?
Pouca exposição. O Brasil é um país muito focado em futebol.

No caso do MMA, depois que o Anderson Silva se aposentar, vocês pretendem seguir investindo ou é uma coisa pontual na história do clube?
Quem vai dizer é o mercado. Acho que se surgir uma liderança forte daqui a cinco anos, quando o Anderson parar, a gente vai ter continuidade.

Corinthians x Boca Juniors (Foto: Daniel Augusto Jr / Ag. Corinthians)CORINTHIANS VENCEU O BOCA JUNIORS E CONQUISTOU A LIBERTADORES EM JULHO, ANTIGA OBSESSÃO DA TORCIDA (FOTO: DANIEL AUGUSTO JR / AG. CORINTHIANS)
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52 Responses to Corinthians: Referência em Gestão

  1. Antonio Rodrigues disse:

    Cadê o patrocínio Master. O que a gente ouve falar dos dirigentes, é enrolação. Os porocos estão com patrocínio mastere desde o início do ano e nós a ver navios….ou será que não precisamos de dinheiro> Outra coisa e o Zizao……que mancada hein Rosenberg.

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  2. Marco ACT disse:

    Nesses ultimos 5 anos o Corinthians conseguiu crescer muito em diversas areas, tudo isto sem comprometer o futebol. Fruto do trabalho de varias pessoas mas principalmente do Andres, que foi notavel em varios aspectos e deixou o clube no caminho certo.

    Com o estadio ficaremos ainda mais fortes, havera um salto na arrecadacao.

    Sobre as nossas lojas, espero que abram uma em Lima, capital do Peru. O Guerrero e o jogador mais querido pelos peruanos e podemos capitalizar em cima disto

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  3. Antonio Rodrigues disse:

    Eu não acredito muito no economista Rosenberg, principalmente depois que ele falou que nosso time era “´Ridículo”.

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    • Ricardo disse:

      Verdade. Temos que acreditar em você.

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      • Carlos Amaral disse:

        Antonio Rodrigues, você voltou? O timão foi campeão da Libertadores e você só volta agora ? Fala sério, qual seu time?

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        • Antonio Rodrigues disse:

          Corinthiano muito mais que você, e não sou “Maria vai com as outras”. O tal do Rosenbeg disse que nosso time era “mediocre”, e você ficou contente? Concordou? Quando o sujeito erra tem que ser criticado sim, para corrgir nos próximos comentários, e não ficar puxando o saco, fazendo média porque o cara é vice presidente. O Corinthians está acima do Sr. rosenberg, ou não???

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    • Jean Carlos disse:

      Ele falou que o time era medio, falou em tom de ironia com o presidente do prantos, que acha que o peixinho é o melhor time do mundo, que o neymar , ganso etc. são melhores que messi , xavi e iniesta. Ele tirou um sarro dizendo que nosso time é médio que não tem um super jogador, más temos conjunto, um time equlibrado, time de operário, que todo mundo corre, ajuda. Vai Corinthians!!!!!!!!

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      • Antonio Rodrigues disse:

        Não é verdade:

        Após chamar Corinthians de medíocre, diretor é alvo de protestos no Pacaembu

        Torcedores presentes no Pacaembu em Corinthians x Figueirense protestaram contra vice

        As declarações de Luis Paulo Rosenberg, vice-presidente do Corinthians, durante palestra sobre gestão esportiva na terça-feira, repercutiram mal no clube. Associados e conselheiros, inclusive quem faz parte da situação, afirmaram ao presidente Mário Gobbi que não gostaram e pediram punição a ele.

        Vocês acham o vice maior e mais importante que o Corinthians?

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    • Edilson Coringão disse:

      Ridículo é você!

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      • Blog do Silvinho disse:

        Senhores, este é um Blog de nível

        Por favor

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      • Antonio Rodrigues disse:

        O cara, ele disse que nosso time era “medíocre”. E medíocre e ridículo eu entendo que é a mesma coisa. Voc~e então concordou com o vice presidente, que expôs o time perante várias pessoas na palestra?

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      • Antonio Rodrigues disse:

        Edilson se você não tem opinião não há problema, eu entendo, nem todos conseguem…!!!

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  4. Paulo Kinciscki de Mello disse:

    A celébre frase 50 anos em 5, poderia sair da boca do Rosenberg, do Gobbi ou Andres facilmente…estaria atuallzada!! Vai Corinthians!

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  5. PAULO disse:

    MUITO INTELIGENTE E CAPAZ O ROSEMBERG…

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  6. WAnder disse:

    Kkkk Silvinho.. O manqueteio do ‘MKT”. Quem diria

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  7. David disse:

    Lucros, lucros e lucros mas, e a essência do Desporto? Isso já não interessa não é? O Futebol moderno é repugnante, ignorante, mentiroso e medíocre porém, fomos ensinados a amar o Corinthians. Amar apesar das pessoas que dele usufruem e que pouco se importam com os torcedores…Gostam é de seus bolsos cheios e de se vangloriar da riqueza adquirida.
    Guerra entre as classes. Paz entre as torcidas.

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    • Blog do Silvinho disse:

      Odio eterno ao futebol moderno

      Viva a Várzea!

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    • nonsense disse:

      O Corinthians está no caminho certo. Não dá pra nos enganarmos, sem dinheiro não temos vitórias. Quantos jogadores da base tivemos no time titular que ganhou a Libertadores?
      Nos “tempos românticos”, o torcedor era bem mais maltratado. Lembro de uma semifinal da Copa São Paulo contra a Portuguesa, aquele jogo que o André Santos (o primeiro) fez o gol da vitória na prorrogação. Eu estava no tobogã, não dava nem pra levantar os braços. Seguramente eramos mais de 60 mil no Pacaembu. Tomei borrachada, peguei fila, assisti o jogo todo em pé. Banheiro, nem pensar.
      O negócio melhorou muito, com a nossa Meca, vai ser perfeito (quer dizer, nossos governantes terão que dar um jeito no Metrô e na Radial, se não, vai azedar).
      Chega de ficar correndo atrás da lavanderia parmalat e dos bambis biônicos. Podemos bater no peito e dizer que se o Corinthians hoje é exemplo, é por mérito único dos Corinthianos.

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  8. Paulo Henrique S.C.C.P disse:

    De fato Rosenberg é um gênio que mudou radicalmente um clube da água pro vinho. Andrés Sanchez e Rosenberg são responsáveis direto pelo crescimento exorbitante da qual vivemos hoje e que poderíamos já, está vivendo tudo isso. O Corinthians é de longe o clube que além de está no topo e a total referência em todos os aspectos (os títulos, o dinheiro, a estrutura, as arrecadações e principalmente seu marketing) provam isso. A reestruturação do Corinthians em apenas 4-5 anos… só prova que até o final da década mantendo esse ritmo, de fato haverá um clube na América do Sul capaz de deter os gigantes e riquíssimos clubes europeus. Sim, potencial temos até demais para expandir e o Rosenberg só fez o que PODERIAM ter feito em outrora. O cara que critica Rosenberg ‘apenas’ pelo seu senso irônico de dar entrevistar ou comentar e por transformar a camisa num ‘abadá’ (como muitos dizem por aí!), de fato têm a cabeça TÃO ou quão pequena das épocas da Kalunga (Deus me live!) e Dualib e Cia. Realmente, corinthiano desse jeito pra que precisa de inimigo?

    Se quer se limitar, ser pequenininho com suas ‘tradições’ que beiram o ridículo… então volte aos anos 60 e seja ‘feliz’.

    O fato do clube ter passado por uma época de ‘manchar’ o manto sagrado, não condiz que eles realmente queiram isso de fato e, sim, para que possam trabalhar com a seguinte tese que a partir daí, poderemos além de nossa força e marca, pedir quanto quisermos por apenas UM patrocínio master (o principal que TODOS precisam!) que será suficientemente para mantermos o $$ cada vez mais alto e a nossa incalculável ($$$) marca maior e muito mais cara!

    Esse é com muito orgulho, o Corinthians que demorou para acordar e é, com sobras o Corinthians do futuro e o clube mais ainda do que JÁ é vencedor aos longos de seus gloriosos quase 102 anos muito bem vividos.

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    • Blog do Silvinho disse:

      Rosenberg é criticado veladamente até por “aliados”

      Mas isso faz parte do pensamento tacanho que ainda polui a mente de alguns caciques decadentes corinthianos do PSJ

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  9. joaquim disse:

    Silvinho!
    – Concordo. É uma grande revolução o que ocorreu no Corinthians a partir da administração Andres Sanches até aqui.
    – Por isso apoiamos a candidatura do Sr. Mario Gobbi.
    – Porém, não pode parar. O Andres deixou encaminhado principalmente os projetos do CT da BASE e da Arena São Jorge. Como Anda?
    – Por falar em divisão de base, o próprio Andres, que na minha opinião, impropriamente disse que ficou devendo e foi uma falha dele não ter dado atenção e que discordo do que disse porque não poderia fazer tudo o que fez e ainda ter resolvido todos os problemas da base.
    – Porém o Andres deixou uma estrutura montada na base e que esta sendo desmanchada com a demissão do Narciso e, pelo menos, não esta sendo possível acompanhar nada em termos de evolução.
    – Tivemos, através do Andres, o prêmio do brasileiro 2012, cotas de TV como nunca antes conseguido, Libertadores com o elenco montado por ele e vendas de atletas (Casrtan, Willian e Alex) que entrou aos cofres do clube uns 30 milhões e foram gastos R$ 15 milhões (Paolo Guerreiro e Martínez) sendo que as peças de zagueiro e meia não foram repostas tendo um mundial em dezembro.
    – Não digo que o Mario Gobbi seja ruim, mas não dá para ficar contente só com o que conquistamos de 2007 até aqui e não ver uma evolução efetiva.

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    • Blog do Silvinho disse:

      As obras do CT da base continuam. Assim como logicamente as assustadoras aceleradas obras do estádio. Não para, não para, não para, esse é o lema

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  10. Ernesto de Minas disse:

    Pois é; e tem conselheiro com saudade da Carla Dualib. É corinthiano mesmo ?

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    • Paulo Henrique S.C.C.P disse:

      Cada um age e pensa com o tamanho real com que se prende a ser ou ter. Eu quero o Corinthians bem no topo. Agora têm uns que preferem o Corinthians de antes. Vai entender!

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    • Blog do Silvinho disse:

      Acho que nem o Toninho do Tribunal tem saudades da netinha

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  11. Thiago Zago disse:

    Nessa imagem a cima , onde JH disputa com os Argentinos , da para percebe a diferença nos uniformes.
    Rosenberg está poluindo nosso manto de jogo.

    No Mundial a FIFA proibi a camisa Abadá , Rosenberg vai ter que engolir essa.

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    • Luís Carlos disse:

      O que o BBVA paga pro Boca não dá o que pagam pelo suvaco do Jorge Henrique. São parâmetros bem diferentes. O Boca não rasga dinheiro, ainda mais sendo obrigado a emprestar um jogador importante porque não tem dinheiro pra pagar seu salário.

      O contrato do Corinthians com a Hipermarcas só não previa a barra da camisa e o espacinho dentro dos números, que nasceu em decorrência do próprio Corinthians e não do Rosenberg. A Hipermarcas poderia exibir apenas uma marca, mas resolveu exibir três. Não foi o Rosenberg que pediu.

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    • Blog do Silvinho disse:

      Poluindo o manto e gerando receita

      Sem receita, time disputando segunda divisao, no maximo pra nao cair

      Estádio, CT moderno, time campeão, estrutura, tudo isso custa caro

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  12. Thiago Zago disse:

    Nem tudo é glórias , Luis Paulo Rosenberg vem se especializando em fazer marketing de sua própria gestão via colunistas atrás de clic´’s em seus post : Lauro jardin , sônia ….

    LAMENTÁVEL O QUE ELE FAZ COM NOSSO MANTO DE JOGO , ABADÁZÃO DO ROSENBERG .

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    • AndersonII disse:

      É…tem razão. O Corinthians só piorou nos ultimos 5 anos.
      Qualquer bobão percebe como tudo ficou muito pior mesmo!
      Tenho saudades dos tempos sem abadás, assim como você, preferia muito mais ver a camisa limpa, com o time na merda, né?

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    • Fernando disse:

      Ao final do jogo deu pra ver mais ainda a diferença: Corinthians Campeão e Boca falido.
      Apenas cale-se quando não tem nada de útil para falar.

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    • Ernesto de Minas disse:

      Legal é jogar de camiseta limpa e ter Piá e Samir no meio-de-campo; Valdson na zaga e Clodoaldo Etoo no ataque.

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    • Blog do Silvinho disse:

      Abadazão milionário, diga-se de passagem

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  13. Carlos Amaral disse:

    Por isso o Rosenberg é alvo de tanto ódio dentro e fora do clube: por que ele é, sem dúvida, o principal responsável por essa mudança de patamar do clube. Quem tem saudades da gestão do tempo do Marketing de Carla Dualib ou de Edgar Soares, do Diretor Financeiro que frequentava o Paulistano(não lembro o nome dele), de Antoine Gebran no Departamento de Futebol? Só os que sentem saudades desse tempo é que ficam atacando o “mediocre” e “são paulino”Rosenberg.

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