A escola gaúcha de treinadores domina o cenário e está acabando com o futebol brasileiro

escola gaucha

Eles dominam o futebol brasileiro, há décadas.

Citarei alguns, sem recorrer ao Google, com a certeza que faltará algum na lista.

Osvaldo Brandão

Enio Andrade

Carpegiani

Felipão

Celso Roth

Rubens Minelli

Dunga

Mano Menezes

Tite

Renato Gaúcho

Valdir Espinosa

Bonamigo

Cuca

Caio Junior

Só pra citar “alguns”.

Deve ter faltado algum nome na lista. Mas eles estão presentes há anos, dirigindo as principais equipes do futebol brasileiro e principalmente, a seleção.

Amanhã, será confirmada a volta de Dunga, ao comando técnico da seleção brasileira.

Ocupará o lugar de um gaúcho, que ocupou o lugar de um outro gaúcho, que ocupou o lugar do mesmo gaúcho que amanhã será confirmado como novo comandante técnico da esquadra brasileira.

Sem medo de errar atesto: a escola gaúcha de treinadores, por mais vencedora que possa ter sido e alguns, até vencendo, é responsável pelas profundas mudanças (negativas) no futebol brasileiro e chegamos ao ápice neste momento.

O futebol brasileiro, marcado pelo gingado, habilidade, “futebol-arte”, ao longo do tempo se tornou defensivista, priorizando a forte marcação e transformando jogadores em gladiadores.

Canelas duras, fortes, sem mobilidade, o futebol ficou restrito ao meio de campo e defesa.

Criatividade foi substituída pela estratégia defensivista.

O gingado, pela força física.

E hoje, o melhor futebol do mundo (será?) tem apenas um nome de destaque mundial, Neymar.

Neymar. E olhe lá!

O pragmatismo, o “acertar primeiro a defesa, depois o ataque”, a busca pelos resultados em curto espaço de tempo, enterraram o futebol brasileiro nesta onda.

A curto prazo, é legal, é muito bom ver nossos times conquistando campeonatos. Com Mano e Tite conquistamos vários campeonatos, chegamos ao topo da América e do Mundo.

Mas a longo prazo, pensando de forma macro, no futebol brasileiro, o resultado está ai.

Humilhados na Copa do Mundo, futuro incerto e pela primeira vez, em tantos anos, já não temos tanta certeza se chegaremos na próxima copa do mundo.

Questão pra se pensar.

*Em tempo, sou Mano do Mano por tudo que fez e faz pelo Corinthians e por acreditar, que entre todos os gaúchos que estão ai, é o melhor deles

 

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61 Responses to A escola gaúcha de treinadores domina o cenário e está acabando com o futebol brasileiro

  1. Rodrigo R. disse:

    Que resultados tem tido os treinadores de outras escolas? Autuori Oswaldo, etc? Minelli e Telê treinaram no sul, nos anos 1970 e se tornaram ídolos lá, jogando ao estilo gaúcho. De alguma forma é um estilo mais resistente desde os bons tempos do futebol brasileiro. Isso mostra fragilidade das outras escolas e isso é que deve ser investigado. A incapacidade de jogar bonito e eficientemente. Problema não são os gaúchos e sua escola, mas os que raramente produzem melhores resultados.

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  2. Eduardo Calixto disse:

    Quanta hipocrisia em um texto só.
    Pois que contratem um argentino então!!!!!!!!

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    • Blog do Silvinho disse:

      Gaucho é um quase argentino

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      • Eliseu disse:

        Errado, Gaúcho brasileiro tem misturas no sangue e temperamento diferente do Argentino além de falar o português… Se tivesse semelhança seria com o Uruguai mas só no temperamento pois Gaúcho do Brasil é o único que tem sangue majoritário germânico do mundo a maioria do RS é Teuto-Gaúcho como o Dunga!

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  3. Rogério disse:

    Silvinho, a CBF acreditou que a fonte de grandes jogadores jamais secaria que até então encobria a estrutura podre e obsoleta que rege o futebol nacional. A tão sonhada renovação virá quem sabe daqui uns 50, 100 anos, ou se o time terminar em 6º nas eliminatórias, pra não ter repescagem, de preferência uma derrota de 7 a 1 para a Argentina no Maracanã. Quer dizer, para uma mudança drástica tem que acontecer uma desgraça, caso contrário, Alemanha vai passar a selenike em número de títulos da copa. Eu quero que se dane, meu time é um só, o resto é o resto.

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  4. Eduardo - Itajaí - SC. disse:

    Só vou dizer uma coisa: Quanto bairrismo, pqp!
    Diz então um técnico carioca ou paulista para seleção….

    Eduardo – Itajaí – SC – SUL DO BRASIL!!!!

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  5. Celso 1º disse:

    De todos o tite é o que pratica mais o antifutebol, com ele nem contra ataque o time tem, são todos marcando atrás e o pior, INDEPENDENTE DO ADVERSÁRIO.

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  6. Santiago disse:

    nada contra gaúchos mas, também ABSOLUTAMENTE nada a favor….

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  7. Rubão disse:

    Resumindo. Futebol brasileiro tá chato pra baralho…

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  8. Exatamente. A gauchada tá detonando, e o engrassado é que nem eles mesmo aguentam mais técnicos gaucho e importam Abel, e outros.

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  9. Mauro disse:

    A escola gaúcha é um dos intens do nosso declínio, tem também o extermínio da várzea, a CBF e FPF, Lei Pelé, Rede Globo, Nike, etc.. Somando tudo deu no que deu.

    Curtido por 1 pessoa

  10. villopes disse:

    CARO SILVINHO. SÓ NÃO SE ESQUEÇA DO BRASILEIRO, LIBERTADORES, MUNDIAL, TORNEIO DOS CAMPEÕES, PAULISTA, QUE O SR. ADENOR LEONARDO BACHI NOS DEU, HEINNNNNNN !?!?!

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  11. Gustavo disse:

    Estou desistindo da seleção brasileira então por mim tanto faz um gaúcho ou outro na seleção brasileira embora reconheço que o Dunga fez um bom trabalho entre 2006/2010.
    O problema são os gaúchos no Corinthians no caso do Mano pior ainda pois tem um discurso sobre futebol e na prática seus times não jogam nem metade do que ele prega.

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    • Blog do Silvinho disse:

      Sinceramente, realmente nao faz diferença quem dirija a selecao

      Mas faz uma enorme diferença o que vem acontecendo com o futebol brasileiro ao longo dos anos

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  12. 66 disse:

    metade não é gaúcho. Te liga.

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  13. FLAVIO MALLITA disse:

    O retranqueiro Mano Menezes melhor que Tite ????, mas que barbaridade tchê.

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  14. rafa jr disse:

    Ninguém pode dizer que a escola gaucha é responsável pelo pobre futebol mas que ela esta matando a criatividade do futebol brasileiro isso não se pode negar.
    Na Copa pudemos vivenciar o ultimo fracasso dessa escola foi vergonhoso a forma de ler o jogo é pragmática para não dizer ultrapassada na forma e conteúdo.
    Quando estão numa situação critica raramente vemos um deles alterar a forma do jogo buscar alternativas mas certamente a culpa do insucesso será do juiz ou da imprensa.
    Também não podemos negar que eles sabem fazer e muito bem é constituir um grupo alguns chamam de família a mais famosa a Scolari outros de igrejinha,exemplo disso o Tite ele sabia que tinha que mudar o elenco no Corinthians mas não fez e morreu abraçado essa poderá ser a chave do sucesso da escola gaucha a fidelidade canina entre comandante e comandados o que não deixa de ser uma qualidade incomum nos dias atuais.

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  15. Samuel disse:

    Cara, complicado heim?

    Nunca gostei do estilo gaúcho de jogar, sempre mais para Uruguai do que para Brasil propriamente.

    E os treinadores gaúchos de fato encarnam esse lado porradeiro do futebol, onde a arte é se defender, e não criar.

    Mas jogar tudo na conta deles é um pouco cruel demais.

    Acho que aí se aplica a teoria de tostines: o futebol ficou feio pelo destaque aos técnicos gaúchos, ou os técnicos gaúchos ganharam destaque porque o futebol ficou feio?

    Eis a questão.

    O fato é que a oferta de bons jogadores caiu drasticamente, e vários são os fatores, mas destaco aí a maldita lei Pelé, que desestimula os clubes a investir na base, deixando tudo para os empresários que querem apenas jogador “for export”, ou seja, padrão europeu, e a falta de investimentos no esporte de uma forma geral, inclusive lá na formação escolar.

    Quando eu era moleque, tinha campo pra tudo que é lado. E tinha uma educação física forte nas escolas, onde praticava-se diariamente esportes como futebol, volei, basquete…

    Hoje, os campinhos acabaram-se, restam pouquissimos.. e a educação física nas escolas é uma piada.

    Somando esses fatores, não aparece mais aquele moleque bom de bola nos campinhos, e nos clubes eles também não aparecem, porque só vingam nas escolinhas de futebol – que são pagas – aqueles que tem o perfil interessante para os empresários, que não estão nem aí para o nosso futebol, só querem ganhar.

    Aí vamos formando jogadores sem habilidade, sem ginga, sem aquela malandragem natural, e ficam os brucutus ou os produzidinhos… todos praticamente robôs, e para esse tipo, a escola gaúcha vem a calhar.

    Tem que mudar muita coisa no nosso futebol, algumas voltando a como eram há 20 anos atrás, que já não eram boas, precisavam de conserto, mas que era muito melhor que agora.

    Aí talvez volte a aparecer molecada boa de bola, e os técnicos retrancas naturalmente perderão espaço.

    Uma coisa leva a outra, mas como quem está no comando não tem visão, ou melhor, tem visão de bandido, preocupado só com o próprio bolso e se eternizar no poder, então vamos agradecer que ainda resta técnico retranca, pois logo logo nem isso teremos.

    E viva a CBF, a lei pelé e a mídia bandida que os protege.

    Valeu!

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    • Blog do Silvinho disse:

      Basta você analisar a origem dos profissionais que atuam nas categorias de base e no profissionalismo. É gaucho pra todo lado

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  16. Ernesto de Minas disse:

    Acho que Enio Andrade, apesar de gaucho é de outra escola. Já Abel e Murici são “gauchos” por profissão.

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  17. andre rish disse:

    Rubens Minelli é de Taubaté. E o Oswaldo Brandão foi o melhor deles. Essa escola gaúcha é sempre gostou de uma bela retranca, até os 70 faziam questão de dizer que era o futebol pampeiro, junto com Uruguai e Argentina.

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    • Blog do Silvinho disse:

      Minelli se notabilizou no Inter e trouxe o estilo pra Sao Paulo, quando exigia que zagueiro fosse grandao e botinudo

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  18. Alexandre Lemos disse:

    è tbm gosto do Mano ,mas penso que seriamos mas felizez com um técnico tipo Marcelo Oliveira ou Cuca, um que ponha o time pra frente

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  19. Luís Carlos disse:

    A questã é que “formam-se” jogadores com o único intuito de os venderem posteriormente. Como cavalos e gado de exposição.

    Depois da copa de 86, os mesmos jornaleiros que hoje estão criticando a perda da identidade do futebol brasileiro foram os que defenderam que o tal “futebol-arte” não estava com nada; o bão era o “futebol-força” da seleção alemã, italiana, etc. Era feio, mas ganhava título.

    Formaram-se cavalos, inicialmente, com o intuito de os colocarem nesses países. E é muito mais fácil criar um jogador dentro de uma academia que dentro de um campo de futebol. Lucro fácil…

    Quem mais se aproximava disso eram os clubes gaúchos, com seu futebol retranqueiro e catimbado, copiado descaradamente da Argentina e do Uruguai.

    Hoje os retranqueiros e catimbadores são os brasileiros e os habilidosos são os espanhois, italianos, alemães, argentinos, etc.

    Como colocar um treinador que não seja cagão para treinar um bando desses?

    O Brasil possui exatamente os treinadores que merece. E isso não mudará porque uma mudança poderá mexer no bolso de alguéns.

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    • Blog do Silvinho disse:

      Vem acontecendo o seguinte: quando aparece um meia habilidoso, é deslocado para a lateral porque não se fazem mais laterais, ninguem quer mais saber disso. Ai o garoto nao se adapta e cai no limbo. Posso citar uns 4 casos iguais a este

      Volante com boa saida de bola, ou vira meia ou vai pra zaga

      Ta tudo errado

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  20. Carlos Roberto disse:

    Eu acho que o problema começa na preparação da base, nos clubes, passa pela lei Pelé e se estende até a gestão amadora e desonesta na maioria dos clubes e da própria CBF.
    A situação do Brasil é tão complexa, em termos de atacar os problemas que geram seleções incompativeis com o nosso status de penta campeões, que precisariamos aqui um documento maior que a Biblia para dissecar os nossos problemas.
    Os treinadores, em boa parte, são consequência desse complexo de problemas, e não a causa.
    Deixo a ressalva que não tiro parte do sucesso da “escola gaucha”, afinal, a melhor estratégia para obter um bom resultado, começa por uma sólida defesa, mas uma defesa de boa qualidade, que não dê chutões, que saiba fazer a transição da bola para o ataque, que saiba cabeçear para ajudar nos escanteios da defesa e do ataque, coisa que o nosso time desde o tempo de Tite não tem. E a maioria dos clubes no Brasil também, porque não se treina saída de bola e não se treina fundamentos. E daí, os volantes acabam sobrecarregados e os atacantes morrem a mingua.

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    • Blog do Silvinho disse:

      A escola gaucha prioriza o imediatismo, o resultado a curtissimo prazo

      Jogar fechado, afinal o “importante é nao tomar gols” e apostam na bola parada

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  21. Márcio arruda disse:

    Quanta besteira hein amigo?
    De nada importa onde o treinador nasceu, o que importa é sua competência, suas idéias, sua forma de trabalhar, e nesse sentido cada um é cada um e o julgamento deve ser individual, qualquer forma de generalização é burra.
    Um dos melhores jogadores dos últimos tempos foi o Ronaldinho Gaúcho, que é um Gaúcho formado em seu estado, o exemplo está aí, os Alemães sempre foram famosos por um futebol de força e obediência tática, mas hoje tem muita técnica e habilidade, e essa mudança veio com os próprios Alemães, se você também os generalizou quebrou a cara.

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    • Blog do Silvinho disse:

      Depois do Ronaldinho, que é fora de série e segue a linha Neymar, Robinho, etc, surgiu o que la ?

      Ah sim, o D’Alessandro…

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  22. Anderson disse:

    Mano em 70, dias de treinamento infelizmente não conseguir impor um padrão aceitável de jogo.
    Sinceramente, não consigo nem mesmo analisar “esquema”, que não enxergo nenhum.
    Aliás, enxergo um: Zaga rebatedora (atrevida a fazer ligação direta).
    E só. Esse é o esquema de jogo. Mais nada.
    Se alguém enxergar, por favor me explique qual é o esquema que o Mano está tentando implantar.

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    • Blog do Silvinho disse:

      Com Cleber e Gil não da pra ter uma zaga que saia fazendo a transicao curta, por isso trouxeram esse Marcelo

      O esquema do Mano é o mesmo que a gente tem visto no futebol brasileiro, nao tem novidades

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  23. Mauro Oliveira Ben Yosef disse:

    Brandão comandou um time muito técnico, mas isso na década de 50 com o Coringão ganhando tudo, mas faz tempo.

    Treinadores que não são gaúchos mas seguem a mesma linha, como Murici, Abelão e mais um monte por aí que não me lembro agora, realmente essa “mentalidade” destruiu o nosso futebol e o transformou no show de horrores que vemos na seleção e no nosso principal campeonato, jogos que simplesmente não dá pra assistir.

    E o pior é que ficam dando entrevistas coletivas respondendo como se fossem mestres no assunto aos repórteres que aprenderam sobre tática jogando videogame, ou seja, ninguém sabe nada, fingem que sabem e fica tudo por isso mesmo..

    Penso que para dar jeito nisso precisamos voltar aos primórdios, e ao invés dos treinadores ensinarem táticas, devem ensinar fundamentos básicos… passes, lançamentos, essas coisas…

    Tá feia a coisa, muito feia…

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  24. Escola Gaucha é consequência.

    No Brasil não tem pré temporada, técnico é demitido ainda durante o Estadual com 3 ou 4 meses de trabalho. Ou se não ganhar 3 partidas perde o emprego.
    Ninguém tem tempo pra desenvolver um trabalho com começo, meio e fim.
    Nesse cenário, ganharam destaque os técnicos que jogam pra não perder e por uma bola no ataque.

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  25. Leandro disse:

    A matriz do problema foram dois resultados emblemáticos em Copas do Mundo. A derrota de 1982 e a vitória de 1994. Soma-se a isso a supremacia dos times argentinos e uruguaios na Libertadores da América, competição que virou moda entre os brasileiros. A partir daí, começaram a valorizar a demais a garra, o “vamo que vamo”, o “time de guerreiros” e esqueceram o básico: Jogar bola.
    Existe uma “ala” da escola gaúcha representa isso: Dunga, Roth, Felipão, Tite e Mano (que já são uma versão light do movimento). Mesmo Muricy e Parreira, que não são do Sul, seguem essa cartilha do resultado a todo custo.
    Ao contrário disso, Ênio Andrade e Cuca (chorão) são gaúchos e praticam futebol bem jogado.
    Vai ser necessário uma forte mudança, pois a base já está contaminada. Há anos os olheiros só buscam o atleta forte, alto, marcador e que ocupe todas as faixas do campo. Baixinho, habilidoso e cerebral não tem mais vez no futebol brasileiro.

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    • Flávio Luis Vieira disse:

      Concordo plenamente. A partir das Copas em 1982 e 1986, quando jogávamos bonito mas não ganhávamos, passamos a acreditar no futebol de resultados.Desde então sumiram os meia armadores e zagueiros clássicos e passamos a produzir beques e volantes brucutus. Hoje dá pra contar nos dedos os camisas 10. Garotos franzinos, porém, habilidosos, não tem vez.
      Penso que a seleção é consequência, por isso a mudança deve ser feita na base.
      As Federações é que são responsáveis por apoiar a implantação de mudanças através dos clubes, que as executariam.
      Colocamos crianças pra jogarem em campos de medidas oficiais, quando o correto seria medidas reduzidas, para que se acostumem com o jogo, que hoje oferece cada vez menos espaços. Os campos de varzeas praticamente sumiram nos grandes centros. Produzimos jogadores com falhas de base, não sabem cruzar, erram passes e posicionamentos. Damos excessivo valor à técnicos que não se atualizam, ainda que isso, de certa forma, seja dificil pra eles, devido ao calendário que são obrigados a cumprir. Enfim, o problema é bem mais complicado do que simplesmente mudar a mentalidade da seleção.

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    • Cesar disse:

      Tenho exatamente a mesma opinião.
      Esses marcos como por ex. 82 e 94 foram determinantes para a imprensa valorizar excrescências como Felipão, um dos maiores ícones do futebol mal jogado, do tudo pelo resultado, embora tenhamos alguns oásis de futebol bem jogado neste período, como os times do Luxa em 96 com a porcada, e o Timão 98-00.
      Seria bom para o futebol brasileiro que esse gauchismo (que inclui gaúchos e seus filhotes como o Muricy por ex.) fosse sepultado de vez, seria bom a volta de um Luxa, é bom ver um Marcelo Oliveira praticando um futebol bem jogado. E a imprensa tem muita culpa nisso, ao exaltar porcarias retranqueiras.
      Infelizmente nada vai mudar: Dunga vem aí de novo!

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    • Blog do Silvinho disse:

      O Cuca foge sim a regra

      Mas tem um seríssimo problema, a depressao

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  26. Vando disse:

    Você estáva indo bem, vencia de ponta a ponta. Mas errou feio na última curva e chegou em segundo! ! Rsrsrsr

    Se colocar na balança, todos tem o mesmo peso! !

    Geralmente acertam, quando tem bons times na mão e uma ou outra boa preleção que acaba fazendo a cabeça dos jogadores. Nada de novo com jogadores que também não ajudam em nada! !

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  27. Pai Ocridão Fiori disse:

    O Cuca Beludo é Paranaense.

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  28. Gilson Ricardo disse:

    Caro Silvinho, muito bom seu comentário, apenas para se fazer justiça o Professor Énio Andrade foi um dos Técnicos que mesmo sendo da “ESCOLA” Gaucha tinha o futebol arte como sua marca maior.

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