Uma palavra: Vitória!

19/10/2013

Hoje é em Itu, contra o Criciúma.

E bem que poderíamos entrar no clima das tradições da cidade onde tudo é grande, com uma grande vitória.

Não dá mais para contemplar qualquer resultado que não seja a vitória.

O time tem que entrar em campo disposto a sair com mais 3 pontos.

Abandonar o defensivismo irritante e improdutivo e partir pra cima do adversário.

É reta final, hora de começar a queimar as últimas reservas de energia.

Time escalado, vamos de Cássio, Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf e Guilherme; Edenílson, Douglas e Romarinho; Alexandre Pato.

Emerson Sheik , que no jogo contra a Lusa acertou cotovelada no rosto do volante Ferdinando e sequer recebeu cartão amarelo, mas flagrado pelas câmeras, o vídeo do lance foi levado ao STJD e recebeu punição de uma partida de suspensão.

Ainda ontem, no STJD, o Corinthians perdeu mais um mando de jogo, pela garrafa acertada na cabeça do assistente da partida contra a Lusa.

Ou seja, quando não é o time fazendo bobagem dentro de campo, é torcedor fazendo bobagem fora.

E pode vir mais punição por ai ja que fomos incluídos nos relatos da confusão registrada na última partida, domingo passado, contra o SPFW, no Morumbi.

E é assim, desta forma, que o Corinthians terá que encontrar forças para superar todas as dificuldades e começar, a partir do jogo de hoje, a sair desta situação.

Vai Corinthians!

 


A solução é o Tiririca

17/10/2013

Derrotados, novamente.

Com ele, pior que tá não fica. Não fica?

Para o nosso treinador, o resultado mais justo seria o empate.

Sim, o empate.

Mas time que entra para empatar, geralmente acaba perdendo.

O Corinthians atual é um quadro daqueles expostos em bienais.

Você olha, acha feio, não entende nada, uma meia dúzia metida a moderna faz cara de entendido tentando explicar o sentido das coisas, mas no fundo, a coisa é mesmo feia e inexplicável.

A fase é tão ruim que chega a dar medo. Nosso treinador anda tão perdido, tão confuso, que a gente chega a duvidar que ele esteja agindo em sã consciência.

O time, até pra não dizerem que não tem vontade, tenta impor um ritmo veloz de jogo.

Mas muita correria, sem coordenação, vira um samba do crioulo doido.

Isso, isso mesmo. O time é descoordenado, desorganizado, sem planejamento tático, é bola esticada saindo da defesa para o ataque colocando Emerson e Romarinho para correr.

Só isso.

O miolo de zaga, da mesma forma que a gente se confunde na tv tentando decifrar quem é um, quem é outro (ainda bem que jogam de chuteiras de cores diferentes, pelo menos) desentrosados, também se confundiram algumas vezes.

E numa destas, deixaram Barcos sozinho na área, caixa, gol dos caras. Falha de posicionamento e de comunicação, ninguém avisou ao Cleber que em vez de marcar o Ralf, nas suas costas sobrava sozinho, sem marcação, um artilheiro. Meio decadente, mas artilheiro.

Mas, como o time só sabe jogar pra não tomar gol e quando tem que correr atrás do prejuízo pra tentar empatar, ai é que a cabeça confusa do treinador começa a fazer bobagem.

É um tal de trocar 6 por meia dúzia, é lateral na meia, meia na lateral, meia na ala, ala na meia e está feito o bololo completo.

Resultado, mais uma derrota.

E com a derrota e os outros resultados da rodada, 13ª posição na tabela, 37 pontos e dependendo do que acontecer na rodada de hoje, poderemos ficar a 3 pontos da zona da morte.

Com a agravante de que nos critérios de desempate estamos mal servidos.

Apenas 8 vitórias e somente 22 gols marcados, só 3 a mais que o Náutico.

Eu ainda acho que não cai.

E você?

Ainda acredita que o time só vai jogar pra cumprir tabela ou acha que já devemos começar a nos preocupar com o rebaixamento?

E a diretoria?

O que deveria fazer? Continuar achando que tudo isso é apenas uma fase, que logo passa ou começar a fazer a faxina necessária, antecipando o planejamento para 2014, a começar da comissão técnica e porque não dizer, do próprio comando do futebol?

Vamos debater.

Se você estiver animado para o debate, claro…


Hoje tem: Começa a reta final

16/10/2013

Faltam 10 rodadas para o término da competição.

A arrancada para o tudo ou nada.

Entrar na briga pelo G4, lutar para não cair ou levar em banho-maria.

O jogo de hoje é importante por vários aspectos.

O Grêmio é o nosso próximo adversário na Copa do Brasil. Competição, que acredita-se, ser a meta do clube para o restante da temporada, visando a disputa da Libertadores, em 2014.

Com algumas alterações, o time partiu escalado a Porto Alegre.

Cássio, Edenílson, Cléber, Gil e Igor; Ralf e Guilherme; Diego Macedo, Douglas e Romarinho; Emerson.

Ficam de fora Alessandro, Paulo André, Fabio Santos e Danilo.

Entram Diego Macedo (na armação), Cleber, Igor e Douglas.

No ataque, sem alterações, Romarinho e Emerson.

Dependendo da disposição da equipe, do comportamento dos jogadores e da forma como foram orientados taticamente, saberemos ao que se propõe o time na partida de hoje.

Nesta reta final, qualquer perda de ponto será significativa. Empatando-se, leva-se para casa 1 ponto.

Mas deixa-se para trás 2 importantes pontos.

Empolgado pelas duas últimas derrotas do líder da competição – Cruzeiro – o Grêmio tem motivos para vir pra cima e tentar a vitória.

Reta final, hora da onça beber água e da cobra fumar.

Hora de separar os homens, dos meninos…

Vai Corinthians!


Mais um empate sem gols

13/10/2013

Empatamos novamente. Mais um zero a zero parao nosso currículo na competição.

Resultado, que de certa forma, já era esperado.

Mesmo assim, ambas as equipes tiveram chances para tirar o placar do zero.

Principalmente o time da casa, que passou o primeiro tempo desperdiçando oportunidades, dada a incompetência dos seus jogadores.

O Corinthians, no primeiro tempo, foi dominado pelo adversário. Melhorou no segundo tempo e perdeu duas incríveis oportunidades através de Emerson Sheik.

Aliás, Emerson Sheik, um capítulo a parte. É inacreditável que um atleta profissional, dentre os maiores salários do futebol brasileiro, perca tantos gols.

Mas falar de Sheik é chover no molhado. Assunto superado, nem vale mais a pena perder tanto tempo discorrendo sobre as peripécias do nosso atacante.

E foi no segundo tempo que o nosso treinador aplicou um nó tático.

Sim, um nó tático nele mesmo. E no time.

Terminamos a partida com 3 laterais direitos (Alessandro jogando na função de terceiro zagueiro), Diego Macedo (que entrou bem na partida, colocando Sheik duas vezes em condições de fazer gols) e Edenilson, na velha correria, mas sem função tática definida.

E quando nosso treinador poderia ousar e se arriscar ao ataque, optou por tirar o improdutivo Romarinho e colocar em seu lugar… Ibson.

Ibson para reforçar o sistema defensivo.

Se do outro lado a ousadia também não foi o forte, do nosso lado os cuidados defensivos acabaram justificando o empate.

E ao final, em lance duvidoso, a arbitragem aplicou penalidade máxima contra o Corinthians.

Uma ducha de água fria na cabeça de quem sonhava com mais um empate.

Mas quis o destino que Cássio saltasse como um tigre em direção a bola, impedindo o que seria o gol da vitória do time do Jardim Leonor.

Mais um pênalti perdido por Rogerio Ceni.

Em que pese a desordem tática e a falta de ousadia do nosso treinador e baseado no nosso atual estágio, até que nossos jogadores foram bem.

Perder gols infelizmente é do jogo, faz parte, ainda mais quando se têm atacantes como Emerson Sheik e Romarinho no time.

Se houvesse um pouco mais de ousadia e organização tática do nosso treinador, poderíamos até sair do Panetone com uma vitória.

O empate nos fez chegar aos 37 pontos, na 11ª colocação, a 5 pontos da degola.

A cada rodada, a cada empate, a distância para a zona do rebaixamento vai diminuindo.

E vamos nos afastando cada vez mais do G4.

O que você achou do desempenho do nosso time, diante do SPFW?

E as mexidas, as substituições do nosso treinador?

Vamos debater mais um zero a zero!


Errar é humano. Insistir com Tite é burrice

10/10/2013

Mais um empate.

12º empate, o 7º sem marcar gols, neste Brasileirão.

Time sem criatividade, sem poder de fogo, desorganizado, um amontoado de jogadores que mal parecem treinar juntos diariamente.

Mais dos mesmos. O time tenta, corre, marca, marca, corre, mas sem articulações, sem estratégia, sem coordenação, sem nada previamente ensaiado.

Nem mesmo lançando Rodriguinho e Diego Macedo, que mal chegaram e já foram a campo, furando a fila da meritocracia, contrariando o cada vez mais contraditório e outrora coerente Tite, as coisas não mudaram.

Na verdade, não mudaram e não mudarão até a permanência do treinador.

Porque a cada jogo fica evidente que Tite não consegue mais fazer o time render.

Tite está perdido. E de repente, desmotivado.

Tite e  a diretoria corinthiana precisam entrar num acordo.

Se a diretoria tem certeza que ele será o treinador para 2014, que então renove logo e comece já a mudar o que tem que ser mudado.

Se o treinador não quer ou tem duvidas da sua permanência no ano que vem, que se decida logo.

Insisto que manter o treinador é caminhar a passos largos, a cada rodada, em direção ao abismo.

Tite não vem conseguindo fazer este time jogar, completo ou não.

O ideal seria dispensa-lo antes do próximo confronto, domingo, 13 de outubro, contra a freguesia.

Ou então, pagar pra ver e deixar tudo por conta do acaso.

Sempre lembrando que a cada rodada diminui a distância para a zona da degola.

Agora, estamos a apenas 4 pontos do Z4.

E de empate em empate, sem gols, em mais algumas rodadas seremos ultrapassados pelo Náutico, em número de gols marcados, Náutico, que por enquanto, é o pior ataque da competição.

Qual a sua opinião sobre o nosso desempenho diante do Atlético Paranaense.

Acha que ainda existe uma luz no fim do túnel, que esse time ainda pode reagir ?


Dois jogos pra arrancar de vez no campeonato

09/10/2013

E começa hoje.

O primeiro, destes 2 jogos, contra o Atlético Paranaense, em Mogi Mirim. Aliás, provavelmente o último jogo do Corinthians, como mandante, em Mogi.

Para o jogo contra o Criciúma, o local escolhido foi Itu.

E depois, no domingo, na segunda data mais importante da história do clube, jogando pela honra e pelos heróis de 77, enfrentar e vencer a Bicharada, em La Bambinera.

Para o jogo de hoje, alterações no time.

Como o gramado é ruim, o sindicalista fica de fora, dando lugar a Cleber.

Mas o treinador já avisou que o sindicalista tem retorno garantido no próximo domingo.

No meio do campo, Tite (e Deus…) nos livraram de Ibson e voltamos a formação com Danilo e Douglas.

E no ataque, mas sempre mantendo a pegada defensiva, a dupla Romarinho e Emerson.

Sarava São Jorge, ele vai nos ajudar!

O time completo e escalado com Cássio; Edenílson, Cléber, Gil e Alessandro; Ralf e Guilherme; Romarinho, Douglas e Danilo; Emerson Sheik.

No banco de reservas, a novidade é Douglas Tanque.

Nosso adversário, que já se encontra em Mogi Mirim desde ontem a noite, é o terceiro colocado no Brasileirão, com 44 pontos conquistados.

Na última vez que Corinthians e CAP se enfrentaram, empate entre as equipes, num gramado prejudicado pela chuva. Nosso gol foi marcado por Alexandre Pato.

Na época, o Corinthians ocupava a 12ª colocação da tabela, com 10 pontos.

Já o Atlético-PR, que acumulava cinco jogos sem vencer, não conseguiu se livrar da zona de rebaixamento e ocupava a 18ª colocação no campeonato.

Neste empate, Vagner Mancini, atual treinador do CAP, fazia a sua estréia. De lá para cá as coisas mudaram bastante para o lado paranaense.

Com 35 pontos, ocupando o nono lugar na tabela, precisamos vencer.

Uma sequência de 6 pontos – 3 jogando casa, mais 3 contra a freguesia – darão mais confiança ao elenco e nos colocarão de volta na briga pelo G4.

Com 11 empates e o segundo pior ataque da competição, números totalmente incompatíveis com a grandeza do clube e os valores investidos no futebol, o time precisa fazer mais.

Nossos jogadores, acomodados na conta mágica de “média de 2 pontos a cada duas partidas”, precisam entender que isso funciona bem quando você consegue manter este equilíbrio ao longo da competição.

Mas quando o time não possui mais “gordura” e está mais próximo da degola, a meta deve ser 3 pontos a cada partida.

Vencer. Mas pra vencer, é preciso criar oportunidades e chutar a gol. Não se vence finalizando 3 a 4 vezes, no máximo, a cada partida.

O time pode mais, por isso é cobrado. E não ser cobrado pelo que conquistou no passado recente, mas cobrado pelo que pode e deve fazer.

Vai Corinthians!

Por mais 6 pontos nas duas próximas partidas!

Sem acomodação, jogando com garra, vontade, criatividade e fazendo gols!

Gols!


Jogo ruim, empate justo

06/10/2013

Corinthians e Atlético não fizeram por merecer resultado melhor.

O zero a zero ficou de bom tamanho para as duas equipes.

Bom tamanho pelo que produziram as duas equipes, mas para o Corinthians, que ocupa a nona posição na tabela e ainda briga por uma vaga na Libertadores, não foi tão bom assim.

Mas nosso time e o nosso treinador saíram satisfeitos do Independência.

Empate fora de casa, contra um adversário difícil, apesar dos vários desfalques, o primeiro tempo até que se tirou algo de proveitoso.

O Corinthians quase chegou ao gol numa bola na trave, em cabeceada de Romarinho e ficou nisto.

Guerrero, isolado no ataque, sofrendo com as faltas e visivelmente irritado, fez o que pode.

Com Ibson, o novo “queridinho” do treinador, improdutivo na criação e na armação, limitou-se a marcar o lateral direito atleticano, obtendo êxito, já que para os limitados, é bem mais fácil destruir do que construir.

Continuamos a 6 pontos da zona de rebaixamento e estamos a 8 pontos do G4.

O campeonato está disputadíssimo. Tudo pode acontecer. Exceto pelo Cruzeiro, que vence e convence a cada rodada, daqui a algumas poucas rodadas iniciando a contagem regressiva para a conquista de mais um campeonato brasileiro.

O mais próximo do Cruzeiro, o único time que se desponta como ameaça para a conquista mineira, é o Grêmio, 11 pontos atrás.

Grêmio, nosso adversário na Copa do Brasil.

Mais preocupante que a nossa posição na tabela do Brasileirão, é o futebol pobre que o time vem apresentando.

Burocrático, sonolento, o tal padrão que não chega, um Alessandro mal das pernas na lateral, um Douglas que mal aguenta 60 minutos de uma partida, Danilo esgotado, Romarinho apagado, os que vem se salvando são Cassio (quando não comete falhas, salva o time), Ralf (impressionante a regularidade) e Gil.

Muito pouco para quem ainda tem pretensões em 2013.

Nossa próxima partida será quarta-feira, em Mogi Mirim, contra o perigosíssimo Atlético Paranaense, terceiro colocado no campeonato, tendo ultrapassado o Botafogo, que vem despencando a cada rodada.

Ainda sobre Ibson. Que, reitero, parece ter se tornado o novo queridinho do treinador. Ibson é opção para volante e para a armação, sem desempenhar bem as duas coisas.

Para um clube que investiu em Jocinei e agora Rodriguinho, duas apostas que ainda tem muito a apresentar, apostar em Ibson, que nunca foi destaque nos clubes em que jogou, chega a ser irritante.

Fosse qualquer outro treinador e seria acusado de esquema com empresário.

Quarta-feira, muito provavelmente o time será Ibson e mais 10.

Por estas e outras é que o retrato do futebol do nosso time é exatamente o de Ibson.

Vivemos a “Era Ibson”!

Comente a partida, vamos debater mais um empate.


Domingo: O encontro dos atuais

05/10/2013

Domingo, o encontro dos atuais.

De um lado o Corinthians, atual campeão mundial de clubes.

Do outro lado, o Atlético Mineiro, atual campeão da Libertadores.

A porfia será realizada no outrora Estádio Raimundo Sampaio, popular Estádio Independência, atual  Arena Independência.

No famoso bairro do Horto, em Belo Horizonte.

Após a conquista da Libertadores, o Atlético sofreu durante muitas rodadas na zona da degola.

Passado o período de letargia pós-orgasmo natural de toda equipe campeã (tem times por ai que sofrem disto desde dezembro de 2012…) a equipe atleticana passou a reagir e hoje já ocupa a quinta colocação no Brasileirão, com 38 pontos, a 4 pontos do Corinthians e a 18 pontos do líder e rival local, Cruzeiro.

E se por um lado nosso treinador a algumas rodadas jogou a toalha, o treinador atleticano Cuca ainda acredita na conquista do campeonato.

Retórica ou não, o ex “depressivo” treinador sabe o quanto pesa uma declaração excessivamente realista ou digamos, pessimista, quando se trata de futebol.

Nosso treinador, inclusive, chegou a mudar de opinião, dizendo que enquanto houvesse chances matemáticas, estaríamos na disputa.

E quais as diferenças entre o atual campeão mundial e o atual campeão da Libertadores?

O que torna o Atlético, mesmo com a vaga garantida na Libertadores do ano que vem e um Mundial a ser disputado em dezembro, uma equipe que disputa o Brasileirão de forma competitiva e o Corinthians, entre altos e baixos, trancos e barrancos, oscilando, sobre e desce, com futuro ainda incerto na competição cucaracha em 2014?

Na verdade, caros amigos, é que não é só pelos lados da Rua São Jorge que as coisas começaram a evoluir, que se passou a dar importância a infraestrutura, fisiologia, medicina esportiva, etc.

Um dos segredos do sucesso do Atlético Mineiro, a preparação física, coordenada por Carlinhos Neves, vem utilizando de tudo que existe de mais moderno na preparação física dos atletas, integrado a outros departamentos como nutrição, fisioterapia, fisiologia e psicologia.

Coisa que no Corinthians há algum tempo foi implantado.

Amanhã enfrentaremos um Atlético desfalcado de 9 jogadores. Lembrando que no primeiro turno, mesmo desfalcado, venceram-nos aqui no Pacaembu, gol do ex-corinthiano Rosinei.

Outro fator de sucesso mineiro é a utilização efetiva de grande parte do elenco, sem perder o ritmo e o entrosamento.

Pelos lados do Ecológico, a “meritocracia da gratidão” atravanca a utilização de reservas, que só entram em último caso, como Cleber, que só estreou pois a zaga titular estava suspensa. E na frente de Cleber, está Felipe, que convenhamos, não está no mesmo nível de Cleber.

Ainda no quesito “diferenças” entre os times, enquanto o Corinthians especializou-se no sistema defensivo, bem montado, compacto e quase intransponível, o Atlético Mineiro demonstra uma fúria obsessiva pelo gol, através de movimentação rápida dos homens de frente, verticalizando as infiltrações e jogadas.

Tudo pode acontecer amanhã em termos de resultado. Na atual conjuntura, um empate não pode ser considerado um mau resultado, apesar de necessitarmos da vitória, pois as coisas ainda estão abertas em termos de competição.

Vitória.

O Corinthians precisa continuar vencendo, jogo a jogo, e acumulando pontos.

 

Corinthians escalado. Novidade: Ibson está de volta

Nosso treinador não se emenda.

Vai continuar insistindo com o improdutivo Ibson.

O time para o confronto diante do Galo mineiro vai de Cássio, Edenílson, Gil, Paulo André e Alessandro; Ralf e Guilherme; Romarinho, Douglas e Ibson; Guerrero

Os relacionados para a partida:

Goleiros: Cássio e Walter

Laterais: Edenílson, Alessandro, Diego Macedo e Igor

Zagueiros: Gil, Paulo André, Cléber e Felipe

Volantes: Ralf, Guilherme, Jocinei e Maldonado

Meias: Douglas, Danilo, Ibson, Romarinho e Rodriguinho

Atacantes: Guerrero e Paulo Victor


E o Corinthians voltou a vencer

03/10/2013

Finalmente, Vitória!

Os 2 a 0, contra o Bahia, devolveram-nos a tranquilidade.

O time ontem se comportou de forma absurdamente diferente das últimas partidas, principalmente a última, contra a Lusa.

Optando por jogar no 4-3-3, utilizando pela segunda vez no ano Pato, Guerrero e Emerson no ataque e Danilo na armação, voltamos a ver o time jogando com mais intensidade, muito mais vontade e constantes movimentações no ataque.

Isto, exatamente isto, o time foi mais intenso. Do jeito que tem que ser.

E com vitória. Dentro da proposta de vencer cada partida e contabilizar ao final o lucro, o que vier será lucro, nesta competição.

O time baiano facilitou o trabalho do sistema defensivo, composto do estreante Cleber ao lado de Felipe e de Alessandro, improvisado na lateral esquerda.

Mas quando acionados, não comprometeram.

Cleber, o estreante, demonstrou segurança e como forma característica, esteve presente na área, completando de cabeça um cruzamento de Emerson, fazendo seu primeiro gol com a camisa corinthiana.

O primeiro de muitos, não tenham dúvida.

Destaque para Guilherme. Com ele, nosso meio de campo ganhou em qualidade, Guilherme brigou, bateu, apanhou, nem parecia que estava voltando de contusão.

O desafio do treinador agora é manter o time focado e jogando com esta disposição.

Escalar os melhores e dar sequência Cleber, que no mínimo, está melhor que Paulo André.

E Emerson, apesar da grande movimentação, luta, disposição e participação nos 2 gols, mais uma vez foi advertido e desfalcará o ataque corinthiano no próximo jogo contra o Atlético Mineiro, em Belo Horizonte.

Você gostou do Corinthians ontem?

Qual a sua opinião sobre o desempenho do time na vitória contra o Bahia?

Vamos debater!

E Vai Corinthians!


Vencer: a única meta

02/10/2013

Hoje, em Mogi Mirim, nossa casa nos próximos dias, o Corinthians voltará a campo para enfrentar o Bahia.

O time baiano ocupa a 11ª colocação no campeonato, com 32 pontos em 24 jogos disputados, tendo conquistado 8 vitórias, 8 empates e 8 derrotas, 26 gols marcados e 29 gols sofridos.

O Corinthians ocupa a 13ª posição, com 31 pontos em 24 jogos disputados, 7 vitórias, 10 empates e 7 derrotas, 20 gols marcados e 17 sofridos.

Estamos a 6 pontos do Z4 e a 10 do G4.

Em termos de competição, tendo ainda 14 rodadas pela frente e 42 pontos em disputa, muita coisa ainda pode acontecer.

Ao Corinthians, que parece ter encontrado na Copa do Brasil a salvação para o resto da temporada, em termos de conquista de objetivo, que é a vaga na Libertadores, o objetivo na competição deve ser apenas um: vencer a próxima partida.

Tornar cada jogo um campeonato a ser conquistado. E assim sucessivamente. Ao final, o que vier, não sendo o rebaixamento, é lucro.

Tite, que reapareceu e voltou a falar, tentando demonstrar bom humor e o velho equilíbrio, já tem praticamente a equipe escalada e vamos de Cássio; Edenílson, Felipe, Cléber e Alessandro; Ralf e Guilherme; Danilo, Douglas e Alexandre Pato; Paolo Guerrero.

Zaga que nunca atuou junta, devido aos desfalques, promovendo a estréia de Cleber, Alessandro improvisado na esquerda (…), o retorno de Guilherme e Alexandre Pato ao lado de Guerrero.

Se Douglas e Pato tiverem liberdade para focarem exclusivamente no quesitos criação/ofensivo, a coisa poderá funcionar bem.

Desejamos que os jogadores tenham, no mínimo, vergonha na cara e tentem apagar os vexames recentes.

Precisam demonstrar que respeitam o clube e a sua torcida.

A última derrota deixou uma péssima impressão, mas já é passado.

Jogar com raça, garra, disposição, vontade, os 90 minutos.

Vai Corinthians!


O que fazer ?

29/09/2013

Os números – frios, sempre frios – demonstram o cenário atual.

Oito jogos sem vencer.

Um mês sem saber o que é comemorar uma vitória.

Décimo-terceiro lugar no campeonato, a 6 perigosíssimos pontos da zona do rebaixamento.

Números são números. E estes são os números.

Saindo do campo “matemático”, entrando em campo propriamente dito.

Nosso treinador foi engolido pelo substituto do treinador lusitano.

No primeiro tempo, a Lusa deu um show de bola no Corinthians. Nossos jogadores, tontos como baratas sob efeito de aerossol, mal viam as cores da bola.

E quando o placar já apontava 2 a 0 para o clube do Pari, ai entrou em campo o “Complexo de Professor Pardal” no nosso treinador. Aos 29 minutos do primeiro tempo, Tite tirou o improdutivo e que nunca disse ao que veio no futebol, Ibson, colocando em seu lugar Danilo, para atuar como segundo volante.

E deu resultado. Para a Lusa. Que chegou ao seu terceiro gol, três vezes de Gilberto.

Antes, porém, Guerrero desperdiçaria uma cobrança de pênalti.

Depois o que se viu foi um festival de invencionice. 

Tite tentou mudar o jogo no segundo tempo, com três atacantes, três meias e sem volantes.

Ralf já atuava de zagueiro, Paulo André deu lugar a Pato e Igor, a Jocinei. Aliás, nem a velha coerência nosso treinador vem conseguindo manter.

Há poucos dias dizia que ao escalar Jocinei estaria antecipando etapas. Mas hoje, diante do caos, lançou o volante/meia na lateral esquerda, numa tremenda fogueira. Bem, que seja assim, pelo menos mostra logo a sua cara ao torcedor.

As invencionices até que tornaram a equipe um pouco mais ofensiva, atuando de forma diferente. Até porque, pior que estava não poderia ficar. 

Aliás, até que ficou, já que a Portuguesa chegou ao quarto gol e teve chances para marcar outros.

Goleada histórica no Morenão.

Vexame total.

Um Corinthians perdido dentro e fora de campo. A diretoria mantendo a linha do discurso “está tudo bem, não há problemas, é apenas uma fase, em 2 ou 3 partidas o time vai reagir”, discurso repetido há algumas semanas, mas o time não reage.

Diretoria que está nas cordas, como um lutador prestes a ser nocauteado. E de mãos atadas.

Mãos atadas porque nos “vestiários”, sabe que cometeu erros. Nunca é demais relembrar quais seriam estes erros – superestimar a capacidade competitiva dos veteranos, contratar inexplicavelmente Ibson (que nunca disse ao que veio em clube nenhum) e Maldonado, que nem futebol estava mais jogando, atuando como empresário, contratar mais um goleiro sabe-se lá Deus porque, já que contava com 4 goleiros no elenco (Cassio, Danilo, Julio Cesar e Matheus Caldeira) não renovar com Chicão alegando a idade, mas renovando com Emerson até 2015, não contratar laterais e um dos temas mais nevrálgicos, negado até sob tortura pela diretoria, mas o péssimo ambiente para Alexandre Pato.

Pato não tem ambiente. Sua contratação não foi assimilada por algumas peças importantes do elenco e ninguém consegue produzir, trabalhar bem e satisfeito, sem um ambiente que lhe acolha.

A diretoria precisa agir. O presidente Mario Gobbi precisa repetir ao elenco sua forma incisiva e dura que costuma discursar no Conselho Deliberativo. Enquadra-los nos conformes.

Exigir que treinem duro, que se entendam com Alexandre Pato, afastar quem tiver que ser afastado, principalmente reservas que nem jogando estão.

Lavar a roupa suja, cobrar resultados, exigir que tirem o time dessa situação. Ninguém, além dos jogadores, podem fazer isso.

Quanto ao treinador…

Que moralmente está abalado, perdido, sem saber o que fazer. Não consegue mais fazer o time jogar e não é de hoje. Seu discurso não convence mais talvez nem a si mesmo.

Demiti-lo? Eu o teria demitido. 

Se demiti-lo, trazer quem? Agora, ninguém. Deixem o Sylvinho e comecem a trabalhar um nome para 2014 e um novo planejamento.

E a diretoria, façam-me um favor! Em tempos de crise, quem se apresenta, quem dá a cara a tapa é o gestor da crise, no caso, o presidente, diretor ou gerente.

Como é que deixem Emerson, o beijoqueiro, justo ele, tomar a palavra e fazer um discurso cheio de demagogia?

Lamentável, diretoria.

Porque a esta hora, enquanto vocês estão com a cabeça cheia pensando no que fazer, o boleiro deve estar ouvindo pagode com seu imenso fone de ouvido branco.

Lamentável, diretoria. Diretoria jovem, vitoriosa, de pessoas maravilhosas como Roberto e Duilio, mas que parecem anestesiados, tão perdidos quanto o treinador. Essa é a impressão que estão deixando.

O treinador deveria se demitir. A não ser que a diretoria bata o p… na mesa, tome as rédias, afaste quem tiver que afastar, decida o que tiver que decidir e entregue um ambiente purificado para o treinador voltar a trabalhar.

E trabalhar. Em dois períodos. Trabalho forte, fazendo os caras saírem de la extenuados, até escurecer, arrebentados, exauridos.

Chega de Resort. O CT tem que virar quartel. Ali não é Ilha de Caras. Tranquem os caras lá até recolocarem o clube no G4.

Cortem celular, notebook, leitura só de bíblia, sem internet e contato com o mundo exterior.

Até voltarem ao G4.

Se não for assim, cairemos para a Série B.

Se der moleza, se continuar na linha letárgica, adeus.

Simples assim.

 

***

Em tempo:

Atletas blindando o treinador.

Oras, é ululante.

A bolerage tomou conta do pedaço. Soberanos, ditam o ritmo. Essa de “blindar o professor” em tempos de crise é mais velho que andar pra frente. Eles se reúnem e dizem: “Se chegar outro cara agora, vai chegar cheio de gás e moral, querendo mostrar resultado, afastando gente, fazendo mudança, marcando treino em 2 períodos. Deixa o Adenor ai mesmo, é parça, tá com a gente… 

Insisto, se continuar nessa pegada, VAMOS CAIR!!!


Foi bom pra você ?

22/09/2013

Empatamos, em casa, com o líder e virtual campeão brasileiro de 2013.

Em tempos de futebol em declínio, empatar, mesmo que em casa, contra o líder do campeonato, poderia ser considerado um excelente resultado.

Principalmente se nos basearmos no primeiro tempo, que consagrou Cassio como nosso melhor jogador em campo, realizando defesas milagrosas.

Nosso primeiro tempo foi horroroso. O Corinthians fez a bola e o seu torcedor sofrer.

Principalmente a torcida, que animada, saudou o time e gritou o nome de cada jogador, coisa que não fazia há muito tempo.

Mas nem isso foi suficiente para animar nossos jogadores.

Um time desarrumado, sem inspiração, sem coordenação, com dificuldades para se posicionar defensivamente e sofrendo com ímpeto cruzeirense, que atacava com 8 jogadores no campo de ataque, trocando bola com velocidade, bem distribuídos ao longo do gramado, chegando de forma compacta e bem estruturada ao nosso gol.

O goleiro Fabio só participou do primeiro tempo a 6 minutos do apito final.

Chutes a gol? Como de sempre, inexistiram.

Veio o segundo o tempo e o Corinthians com uma nova atitude. Mais aguerrido, mais animado, mesmo assim, ainda desorganizado.

É impressionante o declínio técnico deste time, até mais que o declínio físico.

O Corinthians parece um amontoado de jogadores que jamais treinaram juntos, que jamais se conheceram. Parecia que foram reunidos na porta do vestiário, apresentados uns aos outros, distribuídas as camisas e encaminhados ao campo de jogo.

E por muito pouco a derrota não veio ao final do jogo, em mais um milagre de Cassio na partida, quando Julio Batista perdeu um gol incrível.

Zero a zero, bom resultado, dentro das circunstâncias.

Mas será que foi bom mesmo?

Se analisarmos os resultados da rodada e a tabela, o resultado foi péssimo.

O Corinthians terminou a rodada em 11º primeiro lugar.

Cruzeiro (50) em primeiro, Botafogo (que perdeu para o Bahia em casa), vice líder (42), Atlético Paranaense (41) – 3º lugar, Grêmio (39) – 4º lugar, Internacional, que está atrás de Tite,mas ele não atende as ligações (34) – 5º lugar, -Goiás (33) – 6º lugar, Santos (32) – 7º lugar, Atlético Mineiro (31) – 8º lugar, Vitória (31) – 9º lugar, Bahia (31) – 10º lugar, Corinthians (31) – 11º lugar, Coritiba (31) – 12º lugar e na sequência um bocado de clubes com 27 e 28 pontos.

Despencamos na tabela a cada rodada.

A distância para o G4 aumenta ao passo que a distância para o “G-4” diminui.

Pode até parecer catastrófico, pessimismo, mas só a conquista da Copa do Brasil poderá salvar o resto do ano e garantir o planejado pela diretoria em 2014, que é a disputa da Libertadores.

Preocupa o declínio corinthiano. Preocupa como a equipe vem jogando mal, desarticulada e desorganizada.

Não falta vontade, mas falta criatividade, coordenação, organização e talvez, falte também preparo físico.

Chegamos a um ponto preocupante.

Como resolver?

Renascer na Copa do Brasil.

Porque pelo andar da carroça, o Brasileirão já era.

Vamos debater a partida.

E Vai Corinthians!


%d blogueiros gostam disto: