É hoje. E sou mais Corinthians !

23/10/2013

É hoje!

O Corinthians vai a campo, na Arena OAS, para enfrentar a equipe do Grêmio, brigando por uma vaga nas semifinais da Copa do Brasil.

O time partiu praticamente escalado, com apenas uma dúvida e Walter no gol, no lugar de Cassio.

Walter; Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf e Guilherme; Renato Augusto (Edenílson), Douglas e Romarinho; Alexandre Pato.

Emerson, no banco.

E como tudo para o Corinthians não tem sido fácil nos últimos meses, Guerrero vai entrar na faca e só volta em 2014.

Assim como Cassio, que ficará afastado por tempo indeterminado para se recuperar de uma lesão muscular moderada (grau 2) na coxa.

Guerrero, inclusive, será submetido hoje a uma cirurgia no quinto metatarso do pé esquerdo.

E é assim, do jeito mais corinthiano possível, que iremos para o jogo.

Estou confiante. O time gremista não assusta, é um “feinho arrumadinho”, que marca forte, chega ao ataque usando bastante as alas e na frente aposta nos atacantes Barcos e Kleber.

Mas o Corinthians tem a força da mística e vem se dando bem em competições neste formato.

Vai Corinthians!

E recordar é viver:

 


Mais um empate

26/09/2013

Mais um empate.

Mais um zero a zero.

O resultado do jogo de ontem, contra o Grêmio, não foi de todo catastrófico. Perder sim, seria terrível. Vencer era necessário.

Mas empatamos, sem marcar e sem sofrer gol. No jogo da volta, empate com gols e vitória nos garantirão a vaga para a próxima fase.

Mas como vencer?

Nosso time não vence desde o dia 01 de setembro, no dia do aniversário do clube.

Depois deste dia, só amargamos empates e derrotas.

Ontem mais uma vez o time até que teve relativo volume de jogo, tentou, esforçou-se, mas na hora de atravessar a barreira defensiva adversária, finalizar, a tal “última bola”, o de sempre.

Douglas, o mentor intelectual das jogadas, passou apagado, até pedir pra sair, cansado. Guerrero, lento, improdutivo, até marcou um gol que foi erroneamente anulado pela arbitragem, mas não passou disso. Como pivô, a bola batia em suas pernas como se fosse uma parede. E quando dominava, era neutralizado.

Pelas laterais, Edenilson apresentando a mesma velocidade, mas atrapalhado e improdutivo nos cruzamentos.

Do outro lado, Igor não esteve bem e a cada erro, duramente cobrado pelos companheiros. Emerson e  Douglas, por exemplo, só trocavam bola com Igor quando não existia nenhuma outra alternativa.

Emerson, a propósito, o melhor do time ontem. Brigou, apanhou, correu, marcou, desarmou e arriscou para o gol. Mas finalização nunca foi o seu forte, salvo em alguns raros momentos de genialidade.

E o que dizer de Maldonado? Já alertávamos, se o treinador insistisse na escalação de Maldonado como segundo primeiro volante, improdutivo e perdido nesta função, cairia em erro. Como errou e teve que queimar uma substituição logo no retorno do segundo tempo, trocando por Ibson, que entrou um pouco melhor, mas não o suficiente para fazer a bola chegar com mais qualidade ao ataque.

Pato entrou e pouco fez. Melhor, nada fez. Porque a bola pouco chegou ao atacante. Isolado entre os zagueiros, sem ser acionado.

Este é o quadro, o cenário do nosso Corinthians atualmente.

Um time esfacelado pelos desfalques, jogadores desgastados fisicamente, principalmente os “veteranos” que não conseguem mais produzir com o grau de competitividade e intensidade necessárias, sem poder de criação e capacidade de produzir e finalizar jogadas.

Não temos o recurso da “bola parada”, praticamente não chutamos a gol e o time, na verdade, vem se arrastando pedindo que o mundo termine em barranco para morrerem encostados.

Falha no planejamento? Sim, creio que sim. Maximizaram e superestimaram a utilização dos “veteranos”, que deveriam servir como opção para o segundo tempo e não titularidade absoluta.

Como no Grêmio, por exemplo, que tem os veteranos Elano e Zé Roberto como opção no banco de reservas.

Não temos laterais (ou alas) que sirvam de arma mortal no ataque.

Perdemos Paulinho, que na Inglaterra, em pouco tempo, já marcou mais gols que o nosso ataque inteiro e ficamos órfãos do seu futebol.

Contratamos Pato a peso de ouro, mas a cada dia, a cada jogo, fica evidente que o craque não consegue se adaptar ao estilo de jogo do treinador e não se aglutinou ao restante do time, não deu liga. Se mesmo assim consegue fazer gols, é porque se trata de fato, de um diferenciado.

Será que foi analisada a capacidade de Alexandre Pato se adaptar as exigências do clube, do treinador, da torcida, os 40 milhões foram bem investidos?

Que Pato é craque, isto ninguém há de negar. Mas não basta ser craque, tem que encarnar o espírito competitivo exigido, recriar-se, ajustar-se as obrigações e exigências.

E Renato Augusto, outro craque. Mas parece ser feito de vidro. Ao contrata-lo, imaginava-se que com todos os nossos recursos de fisiologia conseguiríamos cessar seus constantes problemas de lesões. Ledo engano, infelizmente.

Com tudo isso, o treinador não consegue e dificilmente conseguirá fazer destes limões azedos, uma limonada minimamente deglutível.

Junto com a diretoria, Tite errou ao acreditar que poderia continuar contando com os veteranos atuando competitivamente 80% das partidas realizadas na temporada. Trouxemos Jocinei, que não é escalado nem por 5 minutos, porque teme-se que uma etapa seja queimada.

Ou então, no “vestiário”, o jogador não venha demonstrando segurança para ser escalado. Ou uma coisa, ou outra, o fato é que Jocinei, que poderia servir como alternativa, só vem esquentando o banco de reservas.

Domingo enfrentaremos a Portuguesa.

Se não vencermos, completaremos 1 mês sem vitória, além de despencarmos ainda mais na tabela.

O objetivo do time deverá continuar sendo o próximo jogo. Preparar-se para vencer, sem pensar em mais nada, apenas vencer.

E ao final da temporada, o que vier de bom, será lucro.

Comente a partida!

 

 


É decisão

25/09/2013

Hoje é dia de decisão.

Porque é assim que são encarados cada jogo de um mata-mata.

O time está definido e vai de Cássio; Edenílson, Gil, Paulo André e Igor; Ralf, Maldonado, Douglas e Danilo; Emerson Sheik e Guerrero.

Romarinho e Alexandre Pato como opções no banco de reservas.

Se o time conseguir “virar a chave”, entrar com outra disposição, outro “espírito” e motivação diferentes do que se tem visto no Brasileirão, as chances de vitória serão enormes.

E vencer é praticamente obrigação para que no jogo da volta, na casa do adversário, o time possa administrar a vantagem e jogar menos pressionado.

Acredito em vitória e por ora, torcida e time, focados na Copa do Brasil, todos em busca de um excelente resultado nesta noite.

Vai Corinthians!


E deu a lógica

29/08/2013

Deu o que tinha que dar.

Foi do jeito que tinha que ser.

Não foi tão fácil, o adversário veio muito bem armado taticamente, preenchendo bem os espaços do campo, marcando o Corinthians sob pressão e até chegando a levar perigo em alguns momentos.

O Corinthians não foi brilhante, até por jogar em casa e ter a responsabilidade de reverter o resultado adverso da última partida, foi bem melhor do quem Luvas do Rio Verde mas em competições deste formato, o que vale é a classificação.

Destaque para Douglas, que fez mais uma boa partida, Alexandre Pato que desencantou e finalmente o Corinthians voltou a fazer um gol de bola parada e se Ibson está muito distante do que imaginamos para um jogador da sua função, vestindo a camisa corinthiana, pelo menos demonstrou muita vontade e participou ativamente do segundo gol, responsável por um belo passe que encontrou Fábio Santos.

Na próxima fase enfrentaremos o Grêmio, que desclassificou o Santos.

Estas partidas serão realizadas apenas em outubro, nos dias 23 e 30.

Até lá, foco total no Brasileirão.

Vamos debater esta importante vitória.

E Vai Corinthians!


Vai Corinthians !!!

28/08/2013

Logo mais, tem Corinthians.

Mais um jogo, mais uma decisão,

Respeitando o adversário – e respeitar é não menosprezar, mas não temer – o Corinthians tem todas as condições para sair vitorioso do confronto de hoje.

Não haverá como o Luverdense sair do Pacaembu classificado nesta noite.

Porque hoje não importa a técnica, a tática, a estratégia e quem estará no banco de reservas.

O que importa hoje é o Corinthians. OS 103 anos de história, um clube que se tornou um gigante e se fortalece a cada dia.

Serão 11 defendendo e 11 atacando. E nas arquibancadas, 40 mil empurrando o time.

Quem for ao campo, vai para torcer. Quem não for, estará torcendo do mesmo jeito, emanando Vibrações Positivas, fazendo parte dessa vibe positiva solta pelo ar.

Acredito no Corinthians, acredito em vitória, acredito em classificação.

E tenho a certeza, sairemos do Pacaembu classificados!

Vai Corinthians!


Resultado normal no Passo das Emas

22/08/2013

De um lado, o atual  (bi) campeão mundial de clubes, líder em faturamento, dono do estádio que abrirá a Copa de 14, da maior e mais apaixonada torcida, milionário e um dos melhores, se não o melhor, elenco do futebol brasileiro.

Do outro, o Luverdense. Da simpática Lucas do Rio Verde, interior do Mato Grosso, disputando a série C do Campeonato Brasileiro.

Dentro de campo, 11 homens de cada lado.

Para um destes clubes, o jogo da vida. Não se sabe se um dia voltará a enfrentar, em casa, um dos maiores clube do mundo. Jogo transmitido pela televisão, milhões de telespectadores que jamais ouviram sequer falar na cidade e no clube, a chance de aparecer para o Brasil, para o mundo.

Para o outro clube, mais uma partida importantíssima. O pontapé inicial para a conquista de um título que falta no currículo do treinador e de alguns jogadores.

Bola rolando, as disparidades, os paradoxos, praticamente anulados.

Dentro das suas possibilidades, dos seus recursos, impondo velocidade, marcando a saída de bola do Corinthians, o Luverdense atingiu o primeiro objetivo que era o de não sofrer gols no primeiro tempo.

No vestiário, certamente a preleção foi ainda mais motivadora. “Vamos lá, o bicho não é tão feio assim, temos condições, dá pra vencer”, não exatamente com estas palavras, mas algo muito próximo disto deve ter sido discursado pelo treinador do “Verdão”.

Do nosso lado, mais dos mesmos. Algo que a gente tem visto há muitos jogos.

Sem poder de criação, fazendo a bola chegar ao ataque de forma mecânica, burocrática, facilmente neutralizada.

Sem alguém que se aproxime dos atacantes, sem alguém que conduza o time e o lidere dentro de campo, que tente fazer algo diferente, que pelo menos por alguns instantes ouse rasgar a cartilha do be-a-ba defensivista, que combine jogadas com os homens de frente.

Entre tantas coisas, falta um líder dentro de campo. Dentro das 4 linhas, um time precisa de um líder que o conduza, que o impulsione, que o desperte, que o motive.

Serei repetitivo, estou sendo repetitivo. Enquanto a tônica do sistema tático priorizar o defensivismo, a obsessão por não sofrer gols a ponto de bloquear a criatividade ofensiva, o que veremos é exatamente isto que vimos ontem e o que temos assistido há muitos jogos.

Dá pena ver o quanto se desdobram na marcação nossos homens de frente, atacantes, em tese responsáveis pela feitura dos gols. Marcam, expõem-se a este mantra defensivista, trombam com os adversários e por não terem sido forjados desde a formação a marcarem, acabam sendo advertidos, até correrem o risco de serem expulsos.

No futebol praticado no mundo todo, atacantes marcam. Principalmente a saída de bola adversária. Na Europa, na Ásia, na Oceania, na África, nas Américas, nos 4 cantos do mundo.

Mas no nosso caso, a obsessão pela marcação suplanta a gana pela marcação de gols.

Alguém tem dúvidas que por exemplo, Pato e Guerrero não sejam craques, não sejam diferenciados, não seriam titulares absolutos em qualquer time do mundo?

Aqui, mal podem ser considerados titulares.

Perdemos e não vejo isso como vergonha. Foi apenas mais uma derrota, dentre tantas na nossa história, dentre tantas que ainda estão por vir, porque assim é o futebol.

Perdemos como perdemos para a Ponte Preta em pleno Pacaembu, para o Tolima e alguns outros clubes considerados menores.

Não falta garra, nem vontade ao time. Nem tão pouco “vergonha na cara”. Entram em campo orientados, disciplinados, treinados para executarem o que lhes foi determinado.

A mim o resultado foi normal. Um jogo fora de casa, diante de um time que fazia o jogo da vida, num gramado horroroso, mas habituado a jogar nele, entrar para a história e o resto, no jogo de volta, o que vier é lucro.

E para você, o resultado foi normal?

Comente a partida, vamos debater!

*Em tempo, sim, o gol do Luverdense foi irregular. Faz parte, é do futebol. Sim, as expulsões contribuíram para o resultado final do jogo. Sim, Emerson está estranho, esquisito, pilhado, metendo os pés pelas mãos, quando não mete a bicoca em outra bicoca… Caso a ser resolvido pelo nosso Gestor.


E o Sheik foi pro banco

21/08/2013

No futebol existem algumas regras e protocolos que devem ser cultivados com fervor.

Se algo foge da regra, se por um segundo de insensatez o boleiro descumpre o protocolo, gera demanda.

Com Emerson Sheik não seria diferente.

Sim, porque nosso treinador tem princípios rígidos e com razão, não abre mão deles.

No último domingo, ao ser substituído, Sheik quebrou alguns destes protocolos.

E quais são estes protocolos?

Quando um jogador é substituído ele tem que sair de campo em direção ao colega que está entrando, cumprimentá-lo, dirigir-se ao banco de reservas, cumprimentar o treinador, acenar para os demais colegas, aceitar a água oferecida, vestir o agasalho para preservá-lo do choque térmico, sentar-se no banco sem esboçar reações que demonstrem contrariedade e continuar assistindo a partida e motivando os companheiros.

Sheik quebrou alguns destes protocolos.

Não cumprimentou o treinador, negou a água, chutou uma garrafinha d’água e se negou, a princípio, a vestir o agasalho.

Ponto negativo pro malcriado.

O que aconteceu depois, que honestamente não vale a pena mais comentar pelo menos de nossa parte, talvez tenha sido usado pelo jogador para fugir do foco, sabendo que certamente seus atos seriam repudiados pelo treinador.

Mas não adiantou. Emerson hoje estará no banco de reservar e Tite atribuiu a decisão aos critérios técnico e disciplinar.

Técnico, porque realmente Emerson não esteve bem na última partida.

E disciplinar, pela quebra dos protocolos que comentamos linhas acima.

O time já está escalado para o confronto de logo mais diante do Luverdense e vai de Cássio, Alessandro, Gil, Felipe e Igor; Ralf e Ibson; Romarinho, Danilo e Alexandre Pato; Guerrero.

Romarinho, Pato e Guerrero, um ataque realmente forte e se tiver (ou tivesse…) liberdade para funcionar integralmente como ataque, tendo liberdade para ousar e focar exclusivamente na marcação de gols, será um tormento para a defesa adversária.

Vai Corinthians, rumo a conquista de mais uma Copa do Brasil!


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