Um, dois, três. Quatro, cinco, seis…

22/09/2014

Que domingo, amigos!

Na Meca, uma vitória emocionante, diante daquele que pleiteia há anos o posto de rival.

Nunca Serão!

Porque rival mesmo é o Guarani da Água Branca.

Na meca, 3 a 2. E em Goias, no duelo dos Guaranis, 6 a 0 pro Guarani local.

Em Itaquera, um jogo repleto de emoções e acontecimentos.

Dentro de campo, disputa leal, muita movimentação e arbitragem polêmica, como vem acontecendo em praticamente todas as partidas.

Nas arquibancadas, o lamentável episódio de briga envolvendo duas organizadas, Pavilhão 9 e Camisa 12.

No percurso até a Arena, emboscadas no metrô.

Falemos de futebol, bem melhor.

O São Paulo não foi aquela “máquina ofensiva” que a mídia vem pregando. Todas as ações do clube do Jardim Leonor passavam pelos pés de Kaka e Ganso. Luis Fabiano, passou em branco, apagado e dominado pela nossa defesa.

Os dois gols marcados pelo SPFW surgiram de bobeadas da nossa defesa. Que vem sofrendo demais com a tal “linha-burra”.

Já o Corinthians, dois nomes deram o tom do jogo: Guerrero e Malcon. Guerrero fez uma das melhores partidas neste ano e Malcon, a melhor partida da sua vida como profissional. O moleque não amarelou e foi efetivo e participativo o jogo todo, até ser substituído.

Cassio não teve trabalho e quando exigido, foi seguro.

O time não foi brilhante, como de fato não vem sendo, mas ontem sabia que especialmente ontem, um resultado negativo poderia ser catastrófico.

Vencemos e colamos nelas. E com a derrota do Cruzeiro, o campeonato ganha um pouco mais de emoção.

A distância para o líder ainda é longa, mas tudo ainda pode acontecer.

Boa semana a todos e Vai Corinthians!

 

 

*Imagens do jogo:

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Novo “visual” da Arena Corinthians
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Chegada dos Visitantesarena2209_2

Coodernador da CBFGilmarRinaldi presente na Arenaarena2209_3

Press Kit do Corinthians e do SPFW
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Setor das Organizadas e parte do setor Leste antes da partidaarena2209_5

Momento da lamentável briga entre Camisa 12 e Pavilhão 9

 

 


O segundo vexame da história na Arena Corinthians

19/09/2014

Empatar em casa é ruim.

Contra um adversário fraco, é péssimo.

Sendo o Corinthians o time grande, a casa, Itaquera e o adversário, a Chapecoense, é vexame.

Este empate de 1 a 1 pode ser classificado como vexame histórico, o segundo da história na Arena Corinthians.

O primeiro, a derrota no primeiro jogo oficial, diante de um outro time do sul do país, o Figueirense, naquela época lanterna do campeonato.

O time de Chapecó lutará até o final pra não cair. O time é fraco, limitadíssimo, exceto pelo bom camisa 10, o melhorzinho do time.

Abrimos o placar, através de Malcom, e o torcedor até chegou acreditar que poderíamos golear.

Mas o Corinthians é daqueles times que precisam adiantar o expediente pra curtir a fadiga.

Fazendo um gol logo de cara, pra impor aquele ritmo sonolento de troca de passes infrutíferas, sem muita objetividade, apenas pra fazer o tempo passar e garantir o resultado.

E mais uma vez, foi o que aconteceu. E o que é pior, não estávamos jogando fora de casa. Pelo contrário, estávamos na nossa Meca.

Uma Meca fria. Pelo clima e pelo comportamento da torcida. A proximidade com a mata do Parque do Carmo e o descampado em que geograficamente se encontra a nossa casa, torna o ar mais frio.

E a torcida, que ainda não consegue se sentir em casa literalmente, nem sempre se comporta de forma calorosa. Até porque, o time não vem ajudando.

Ferrugem, o personagem do jogo – na verdade o personagem do jogo deveria ser Malcom – limitado, apenas mediano, depois que marcou um gol contra, passou o jogo inteiro com medo de errar. Mal conseguia dominar uma bola.

Nosso meio de campo, sem poder de criação, sem inspiração. Até porque não existe no elenco quem faça isso. Jadson e Renato Augusto (que não jogou), não são exatamente estes homens de criação. E Jadson, em queda no seu desempenho, mal consegue passar com qualidade.

Romero e Luciano são apenas esforçados. Malcom parece tímido, meio preso e quando você menos espera, lá está ele fazendo a função de guarda-costa de lateral.

O fato é que não existe diferença na forma de jogar entre o time dirigido por Mano e o time que era dirigido por Tite.

Constatação inequívoca de uma realidade. A diferença é que Tite teve tempo, sem ser pressionado, pra impor um esquema de jogo e formar um grupo forte e homogêneo.

E para Mano, o tempo está passando e seu trabalho termina daqui a 3 meses.

Em 9 meses não conseguiu formar um grupo minimamente homogêneo e equilibrado. E individualmente, alguns vêm deixando a desejar.

Elias, por exemplo, que parou de jogar bola. Errando passes, aparecendo pouco na frente, em declínio.

O melhor do time são o goleiro Cassio e o volante Ralf. Daí o motivo do time perder pouco e empatar tanto.

Agora é pensar no duelo contra o São Paulo. Um jogo com vários componentes explosivos. Será o primeiro majestoso na Arena Corinthians, lutamos diretamente contra eles na disputa pela vaga no G4 e existe a questão da rivalidade raivosa entre as torcida.

Entre as torcidas, já entre os clubes, nem tanto. Porque nosso presidente, competente na arte de fazer média com adversários (sejam políticos, no clube, sejam rivais esportivos), mantém uma excelente relação com o time do Convento.

Se ontem era ganhar ou vencer, domingo é questão de vida ou morte.

 


Fomos operados duas vezes: pela arbitragem e pelo time

14/09/2014

Perdemos para os Mulambos.

E podemos separar esta derrota em dois capítulos.

Ou melhor, três.

Primeiro, a arbitragem.

Fomos operados. Penalti inexistente e gol irregular.

E nem precisamos de tira-teima. Tudo ali, a olho nu.

Em segundo lugar, nosso time. Jogando pra fazer o tempo passar, contando com a sorte de um lance encaixado, de uma bola que entre.

Porque nosso time, seja em casa, seja nos domínios do adversário, é assim. Precisa marcar no primeiro tempo, de preferência antes dos 25 minutos de jogo. Quanto mais demora, mais distante fica a vitória.

Renato Augusto não é homem de criação. É carregador de bola, agudo, o velho ponta-de-lança adaptado aos tempos modernos. E não tem explosão pra marcar e carregar a bola. Hoje, fez mal tanto uma, como outra coisa.

Nossos laterais, insisto, são fracos. E isso o mundo todo sabe. E jogar pelo lado, é o que mais se tem feito no futebol ultimamente. E se você não tem este recurso, sai perdendo.

E se não tem quem crie, o ataque morre de fome.

Mano disse que o time tinha que jogar mais, agredir mais.

E o time não fez isto.

Mas o time joga assim porque assim é treinado durante a semana ou joga assim porque lá dentro resolvem fazer a coisa ao seu jeito?

E pra completar, a entrevista de Mano Meneses. Desânimo total. E este desânimo “contagia” todo o sistema.

De repente é o desânimo de quem não sabe o que fazer com o que tem na mão. Porque Jadson, que seria o responsável pela criação, apagou, virou o fio.

E as duas únicas opções que temos no elenco são estas.

Mesmo com a derrota, o time se manteve na quarta colocação. Nem tudo é desespero, com a derrota das Marias, diante dos Bambis, o campeonato voltou a ficar aberto.

E domingo que vem, confronto direto com os bambis.

Ma antes, a Chapecoense. Serão dois confrontos em casa, jogos pra 6 pontos.

Não da pra pensar de outro jeito. Todo o trabalho a ser desenvolvido nesta semana deve mirar os 6 pontos.

Nada diferente disto.


Dupla vitória de Petros

12/09/2014

Vencemos o Atlético Mineiro, 1 a 0.

Com a vitória, voltamos ao G4, a 3 pontos do SPFW e a 10 do líder Cruzeiro.

Jogamos bem, dominamos o adversário e a coisa aconteceu do jeito que tem que ser, um gol antes da metade do primeiro tempo.

Porque quando o Corinthians marca o primeiro gol antes dos 25 minutos, a equipe passa a se comportar melhor, impondo seu jogo, controlando melhor o domínio da bola, sem afobação.

Mas o dia, ou melhor, a noite, foi toda de Petros.

Primeiro, a boa notícia veio do STJD. Sua pena foi reduzida de 2 meses, para 3 jogos.

E depois, marcando um gol e extravasando sua emoção. Foram dias difíceis, cobrado internamente, pela mídia e por parte da torcida.

Mas tudo deu certo.

Agora é seguir em frente e voltar a jogar seu bom futebol, como ontem.

Nosso próximo adversário será os Mulambos, no Maracanã.

E vamos em busca de mais 3 pontos.

Vai Corinthians!


Empate bom e resultado ruim. Ou vice-versa

08/09/2014

Empatamos em Criciúma, contra o time idem.

Não importa em qual posição esteja o time da casa na tabela, jogar em Criciúma é sempre difícil. O Cruzeiro, por exemplo, time sensação do torneio, também teve dificuldades e só empatou lá.

Com 6 importantes desfalques, o empate até que não foi mau resultado. Porém, em termos de pretensões de título, o jeito é focar na manutenção no G4. Manter-se entre os primeiros e torcer pela vacilação dos times de cima.

No primeiro tempo até que quase conseguimos chegar ao gol. Mas ficamos no quase. Com um time remendado, sem entrosamento, fica complicado cobrar qualquer coisa.

Sem criatividade, sem alguém que fizesse a bola chegar com qualidade a frente, jogando com o novato Malcom – que até foi bem, com um pouco mais de tranquilidade e menos afobação, teria feito um golaço – e com o esforçado Romero, o que fizemos deu pro gasto.

E no banco de reservas, nada que fizesse alterar o estado das coisas. Aliás, quase nada. Tínhamos Jadson, que ficou bronqueado ao ir para o banco de reservas, sendo preterido por Malcom, mas quando não entrou, não justificou, mais uma vez, o investimento. Esqueçamos, por ora, daquele Jadson das primeiras rodadas pós estréia.

É preciso compreender que o resultado, por pior que tenha sido, dos males, o menor. O problema são as circunstâncias. O Cruzeiro, ou ganha ou empata. E os bambis, começaram a jogar bola.

Nosso próximo jogo será em casa, diante do Atlético Mineiro, no indigesto horário das 19:30, quinta-feira.

Talvez com o retorno de alguns atletas que serviram a seleção – Elias e Gil, que retornam quarta-feira – as coisas devem melhorar.

Excelente semana a todos e Vai Corinthians!


De um lado, Bragantino. Do outro, time grande. Deu a lógica

04/09/2014

Vencemos o Bragantino e estamos classificados para a próxima fase da Copa do Brasil.

3 a 1, com direito a uma bela exibição de Renato Augusto.

Foi uma bela exibição de Renato Augusto (créditos: Marcos Ribolli)

Foi uma bela exibição de Renato Augusto (créditos: Marcos Ribolli)

O Corinthians procurou o gol desde os primeiros minutos da partida.

Como vem fazendo quando joga em casa. A diferença, é que desta vez a bola foi para o fundo das redes.

Em menos de 20 minutos, tudo estava resolvido.

Um belo chute de fora da área de Renato Augusto, oportunismo de Ralf e bela cabeceada de Felipe.

E nos gols de Ralf e Felipe, Renato Augusto participando dos lances.

Precisávamos de dois gols para nos classificarmos para a próxima fase, sem precisar passar pelo sofrimento da disputa por pênaltis.

Antes do final do jogo, o Bragantino marcou o seu, mas sem tempo para reação.

Jogamos bem, mesmo desfalcados e agora enfrentaremos o vencedor da disputa entre Atlético Mineiro e Palmeiras.

Que cravo, sem pestanejar, vai dar Atlético.

Vamos debater esta importante vitória.

E deu a lógica. Porque time grande não é desclassificado pelo Bragantino.

Vai Corinthians!

***

Imagens registradas na Arena

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Empate em casa. O sinal de alerta agora é pra quarta-feira

01/09/2014

Mais um empate. E em casa.

1 a 1 diante do Fluminense.

De bate e pronto, sem essa de reclamar de arbitragem. Porque o nível e o estágio da arbitragem brasileira, há anos é isso ai mesmo. Uns são meramente incompetentes, outros abusam do mal caratismo e um ou outro se sobressai. Na média, são ruins.

Falemos do jogo.

O Corinthians explorou bastante o lado direito do nosso ataque. Nos primeiros minutos, duas oportunidades envolvendo Romero. A facilidade para chegar por aquele setor era tanta que o nosso atacante achou a esmola demais e não soube aproveitar.

Mas aos poucos o técnico do time carioca foi reorganizando o time, sitiando melhor o setor e arrefeceu o nosso ímpeto naquela faixa do campo.

E o Fluminense trabalhando bem a bola, valorizando a posse e também atacando. Sem se expor, mais atacando.

Saíram na frente, penalti convertido por Fred.

A nós, coube correr mais uma vez atrás do prejuízo. Empatamos no segundo tempo, perdemos oportunidades até com bola na trave, mas não foi suficiente para virar o placar.

Mantivemos nossa quarta colocação, mas cada vez mais distante do Cruzeiro, que mais uma vez venceu na rodada.

Quando Mano Meneses estava conseguindo dar um padrão tático ao time, com Petros na função multitarefa – marcação – auxílio a criação – apoio ao ataque – Guerrero aberto pela esquerda, atraindo a atenção da defesa adversária, abrindo espaço pelo meio e Elias cumprindo o seu papel tradicional, perdemos Petros, que fez bobagem e ai a coisa degringolou.

Nosso treinador está batendo cabeça para reorganizar o time. E sem Guerrero, as coisas ficaram ainda mais complicadas.

Não encontrou quem faça exatamente  a função de Petros – está tentando com Elias, que ainda não se readaptou a nova função – e no ataque, a escassez de alternativas assombra.

Luciano é como aquelas chuvas de verão. Chegam, causam estrago, mas não se sabe quando teremos outra.

Romero é esforçado. Corre, briga, cria oportunidades, mas não passa muito disto.

Ontem Romarinho foi bem, fez até gol. Mas é como sinal de celular da TIM. Depende do dia, da hora, do lugar e do momento pra funcionar.

E o que falar de Jadson? Começou bem, chegaram ao absurdo de chama-lo de “Magic Jadson” (bobageira coxinha de meia dúzia de torcedores), mas apagou.

Renato Augusto é a história do pisca-pisca português. Tá-não-tá-tá-não-tá. E só vai estar se for por 30, 40 minutos por jogo. Não consegue produzir nos 90.

E quando joga ao lado de Jadson, é a tal história do Tico & Teco. Dá tilt, não rola, não funciona, os dois batem cabeça.

Ontem, por exemplo, quando Mano colocou Augusto, no lugar de Lodeiro, alertamos na nossa transmissão que Mano queimou uma substituição. Minutos depois, teve que tirar Jadson.

O sinal de alerta agora é pra quarta-feira. Time remendado, desfalcado, sem Petros, sem Elias, sem Gil, sem Guerrero e sem Lodeiro.

Mano tem 2 dias pra arrumar o time, que terá a indigesta missão de vencer o Bragantino por dois gols.

Boa semana a todos e Vai Corinthians, especialmente neste dia, que comemoramos nossos 104 anos.


Sinal de alerta: segunda derrota consecutiva

28/08/2014

Perdemos para o Bragantino.

Fora de casa, mas jogamos praticamente “em casa”, num estádio repleto de corinthianos.

Sem aquela força característica do torcedor tradicional que ocupa as cadeiras quando jogamos em Itaquera, mas um torcedor que apoiou o time, à sua maneira.

Mesmo assim, perdemos. Perdemos para um adversário conhecido, que corre o sério risco de rebaixamento para a série C, do Brasileirão.

O Bragantino ocupa a penúltima colocação, na série B, com 16 pontos, dos 51 disputados.

Perdemos porque não conseguimos furar o bloqueio defensivo do adversário.

Perdemos porque criamos pouco e quando criamos, não finalizamos com qualidade, quando finalizamos. Afinal de contas, nosso time quase não chuta a gol.

E mesmo com a entrada de Ferrugem – que depois foi expulso – ficamos devendo no setor. Do outro lado, o Fábio Santos de sempre.

E no meio, com Renato Augusto na função de armação, na vaga de Jadson, que ficou no banco e entrou no segundo tempo, também ficamos carentes de qualidade na criação.

E o que dizer do posicionamento de Elias? Jogando atrás do Ralf, na função de cabeça-de-área. Um desperdício.

Foi nossa segunda derrota consecutiva. É hora de acender o sinal de alerta.

O time precisa jogar mais e reclamar menos, principalmente nosso treinador, Mano Menezes. Que anda ranzinza demais, reclamando demais da arbitragem, pilhando negativamente o time e quem vive o mundo da bola, sabe que a arbitragem costuma a ser mais “criteriosa” contra times que reclamam demais da arbitragem.

Ainda mais em se tratando de Corinthians.

Em resumo, reitero, precisamos jogar mais. Criar mais oportunidades, ser mais criativo e finalizar mais a gol.

Não se chega ao gol se não chutar.

Na semana que vem, precisamos de 2 gols para avançar para a próxima fase.

E não vai ser fácil.


Eles tinham o Helber Roberto Lopes. E nós Fabio Santos

24/08/2014

Curiosamente, foi uma das nossas melhores partidas, fora de casa.

Mesmo assim, perdemos para o limitado time gremista, 2 a 1.

Fizemos uma boa partida, mas cometemos muitas falhas. Desde as individuais, como as coletivas.

A quantidade de passes errados foi um dos motivos da nossa derrota.

Um dos motivos.

Porque houve outros motivos determinantes para o placar adverso.

Fabio Santos, responsável direto pelos dois gols gremistas.

Jadson, em mais uma tarde apagada, errando muitos passes, também foi um dos motivos.

E Heber Roberto Lopes, que deixou de aplicar uma penalidade máxima e ao expulsar Guerrero, com delay de alguns segundos, só assim procedeu porque deve ter sido cobrado via ponto eletrônico.

Outro fator a ser considerado, é a nossa defesa. Que estava entrosada, encaixada e dando conta do recado. Cleber, longe de ser uma sumidade na função, mas já havia se entrosado bem com Gil. Anderson Martins, seu substituto, ainda requer maior tempo de readaptação ao futebol brasileiro e mais ritmo de jogo. Até isto acontecer, sofreremos um pouco.

O time gremista foi dominado praticamente todo o primeiro tempo. Mas o Corinthians não conseguiu reverter a superioridade em gols.

Ao manter Guerrero jogando como se fosse um ponta esquerda, Mano acerta, mas também erra.

Acerta porque Guerrero cumpre bem esse papel. Mas erra, porque com a escassez de homens de área no elenco, Guerrero, que de fato é quem deve exercer esta função de homem fixo no ataque, não tem referência na área quando evolui em profundidade pela ponta.

Perdemos o jogo e posições na tabela. Agora somos o quarto colocado, atrás do cada vez mais líder Cruzeiro, SPFW e Internacional.

Muitos pontos atrás do Cruzeiro, é chegado o momento de encararmos a realidade. O time mineiro, entrosado e voando baixo, até corre o risco de sofrer alguns altos e baixos na competição, mas nada que ameace sua soberania.

É um time que joga de forma rápida, simples e objetiva, tanto dentro, como fora de casa. Tem um furor ofensivo pouco visto nas demais equipes do futebol brasileiro.

Sendo assim, nossa meta deve ser se manter ao máximo entre os 4 primeiros fazendo a nossa parte, não perdendo pontos inúteis dentro de casa, não perder muitos pontos fora de casa e torcer contra as Marias e demais bambis, paulista e gaúcho.

E principalmente, conquistar a Copa do Brasil.

 


Goleada na Meca. E ninguém apostava nisto

22/08/2014

5 a 2.

E foi de goleada. De virada, o Corinthians superou o Goiás, na Arena Corinthians.

Ficamos atrás do placar por duas vezes.

Em falhas do sistema defensivo.

O Goiás vinha de três rodadas consecutivas. Mas a se considerar a noite inspirada do seu goleiro, nem parecia.

E se não fosse o goleiro Renan, o placar poderia ter sido maior.

Com Renato Augusto, na vaga de Petros, jogando ao lado de Jadson, demorou para os dois se encaixarem no novo esquema.

Mesmo assim, o Corinthians sufocou o time goiano durante toda a partida, até porque, teria que correr atrás do prejuízo.

Correu, insistiu e conseguiu.

Viramos o placar, vencemos e chegamos aos 31 pontos, na terceira colocação.

Uma vitória sofrida e construída a base da superação. O time não se limitou a utilizar o recurso do “chuveirinho” na área e priorizou as infiltrações através das triangulações entre os homens da frente.

Noite inspirada do atacante Luciano, que marcou 3 gols.

E Mano assistiu a virada das tribunas, depois de ser expulso por reclamar da arbitragem.

Foi uma bela vitória!

Vai Corinthians!

 


Empate com o Bahia. E o jogo foi dentro de “casa”

17/08/2014

Qual é o grande “barato” de ter a sua própria casa?

Sentir-se bem em algo que  é seu, fazer o que bem entender, andar pelado pela casa, fazer as coisas ao seu modo, receber bem os amigos e não dar moleza aos inimigos.

Trazendo isso para o campo futebolístico, ter a própria casa significa não pagar mais aluguéis pra disputar uma partida, gerar suas próprias receitas e principalmente, quando enfrentar um adversário dentro da sua casa, ao lado da sua torcida, fazer valer sua superioridade.

Time pequeno se impõe quando joga em casa.

Mas com o Corinthians, desde que passamos a jogar em Itaquera, nem sempre tem sido assim.

Como ontem, por exemplo.

Enfrentamos um Bahia bem organizado pelo seu treinador, taticamente posicionado de forma que congestionou todos os setores do ataque corinthiano e ao contrário de algumas análises, não foi um adversário que jogou de forma retrancada, atrás da linha da bola, pelo contrário e na verdade, jogou quase de igual para igual contra o Corinthians.

Quase, porque o time baiano é carente de qualidade técnica, porém, mesmo assim, foi além do que talvez eles mesmos imaginavam.

Quanto ao Corinthians, irritante burocrático.

Petros apagado, Jadson sumido, Elias bem marcado, Guerrero jogando aberto pelas alas, Romero voluntarioso e esforçado apenas, juntando tudo isso, empate em casa, contra o Bahia.

Dois pontos perdidos que certamente farão falta adiante. Numa rodada em que tínhamos a chance de se igualar em pontos com o líder, dependendo de combinações de resultados, podemos terminar na 4ª colocação.

Reza a lenda do futebol moderno que um time deve começar a brigar pela liderança lá na frente, quando estiver faltando 5 rodadas para o término do torneio, quando as coisas começam a se definir e pegar fogo, em analogia a uma corrida de fórmula 1, onde um carro fica “no vácuo” de outro durante voltas, até ultrapassa-lo definitivamente nas últimas voltas.

Teorias e bobagens a parte, não dá pra concordar com perda de pontos dentro de casa.

Não dá pra concordar com a forma que a equipa se comporta em algumas partidas, fora e principalmente, dentro de casa.

Não dá pra aceitar um time, um clube da nossa grandeza, empatar contra um time que estava no G (-) 4.

O presidente Mario Gobbi costuma dizer que “não se monta um time com uma varinha mágica, que um time vai tomando forma, amadurecendo com o tempo.

Perfeitamente, porém quando se joga em casa contra um dos últimos do torneio, se não dá na técnica e na tática, o jeito é ir à base do Vai Corinthians.

Ontem não foi.

E certamente, você também não gostou de nada do que viu.


1,2,3 Robinho Pedalada é freguês

11/08/2014

E vencemos fora de casa!

E Robinho Pedalada não vence o Corinthians, desde que voltou a Vila Belmiro.

Não fomos brilhantes, o time da casa foi melhor durante grande parte do jogo.

Mas se o objetivo são os três pontos, estão ai mais pontinhos na nossa conta.

Vitória magra, 1 a 0, com gol de zagueiro – Gil, de cabeça.

No primeiro tempo o jogo foi movimentado, porém feio. O rei da pedalada, em mais uma passagem pelo time praiano, queria mostrar que era o dono da casa, conduzir a partida, ditar seu ritmo e claro, fazer média com a torcida.

Mas não encontrou facilidade pela frente.

O segundo foi melhor, menos catimbado e continuou movimentado. E o Corinthians também melhorou bem, depois da entrada de Ferrugem, na vaga do infeliz Guilherme Andrade.

A propósito, é temerário continuar mantendo esse atleta a disposição, ainda mais entrando como titular. Visivelmente fora de forma, terrivelmente sem condições técnicas.

E mesmo com um homem a menos em campo, o Santos, bem posicionado taticamente, não sentia a ausência de um jogador – Alison, expulso em lance com Elias.

Mas quando todo mundo já apostava em mais um empate fora de casa, cornetas sendo afinadas, escanteio bem cobrado pela direita – depois de um belo chute de Ferrugem, seguido de grande defesa de Aranha, Gil, subiu, subiu, subiu e continua subindo de cabeça, vencendo 3 oponentes e completando de cabeça para o gol.

1 a 0, passamos a régua e fechamos a conta.

Mais 3 pontos, que nos colocaram na 3ª colocação, a 3 pontos do líder Marias e a 1 ponto do vice-líder, Chorolado.

Gostou do jogo?

Faça seu comentário, vamos debater esta importante vitória.

Excelente semana a todos e Vai Corinthians!

 

 


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