Um, dois, três. Quatro, cinco, seis…

22/09/2014

Que domingo, amigos!

Na Meca, uma vitória emocionante, diante daquele que pleiteia há anos o posto de rival.

Nunca Serão!

Porque rival mesmo é o Guarani da Água Branca.

Na meca, 3 a 2. E em Goias, no duelo dos Guaranis, 6 a 0 pro Guarani local.

Em Itaquera, um jogo repleto de emoções e acontecimentos.

Dentro de campo, disputa leal, muita movimentação e arbitragem polêmica, como vem acontecendo em praticamente todas as partidas.

Nas arquibancadas, o lamentável episódio de briga envolvendo duas organizadas, Pavilhão 9 e Camisa 12.

No percurso até a Arena, emboscadas no metrô.

Falemos de futebol, bem melhor.

O São Paulo não foi aquela “máquina ofensiva” que a mídia vem pregando. Todas as ações do clube do Jardim Leonor passavam pelos pés de Kaka e Ganso. Luis Fabiano, passou em branco, apagado e dominado pela nossa defesa.

Os dois gols marcados pelo SPFW surgiram de bobeadas da nossa defesa. Que vem sofrendo demais com a tal “linha-burra”.

Já o Corinthians, dois nomes deram o tom do jogo: Guerrero e Malcon. Guerrero fez uma das melhores partidas neste ano e Malcon, a melhor partida da sua vida como profissional. O moleque não amarelou e foi efetivo e participativo o jogo todo, até ser substituído.

Cassio não teve trabalho e quando exigido, foi seguro.

O time não foi brilhante, como de fato não vem sendo, mas ontem sabia que especialmente ontem, um resultado negativo poderia ser catastrófico.

Vencemos e colamos nelas. E com a derrota do Cruzeiro, o campeonato ganha um pouco mais de emoção.

A distância para o líder ainda é longa, mas tudo ainda pode acontecer.

Boa semana a todos e Vai Corinthians!

 

 

*Imagens do jogo:

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Novo “visual” da Arena Corinthians
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Chegada dos Visitantesarena2209_2

Coodernador da CBFGilmarRinaldi presente na Arenaarena2209_3

Press Kit do Corinthians e do SPFW
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Setor das Organizadas e parte do setor Leste antes da partidaarena2209_5

Momento da lamentável briga entre Camisa 12 e Pavilhão 9

 

 


O segundo vexame da história na Arena Corinthians

19/09/2014

Empatar em casa é ruim.

Contra um adversário fraco, é péssimo.

Sendo o Corinthians o time grande, a casa, Itaquera e o adversário, a Chapecoense, é vexame.

Este empate de 1 a 1 pode ser classificado como vexame histórico, o segundo da história na Arena Corinthians.

O primeiro, a derrota no primeiro jogo oficial, diante de um outro time do sul do país, o Figueirense, naquela época lanterna do campeonato.

O time de Chapecó lutará até o final pra não cair. O time é fraco, limitadíssimo, exceto pelo bom camisa 10, o melhorzinho do time.

Abrimos o placar, através de Malcom, e o torcedor até chegou acreditar que poderíamos golear.

Mas o Corinthians é daqueles times que precisam adiantar o expediente pra curtir a fadiga.

Fazendo um gol logo de cara, pra impor aquele ritmo sonolento de troca de passes infrutíferas, sem muita objetividade, apenas pra fazer o tempo passar e garantir o resultado.

E mais uma vez, foi o que aconteceu. E o que é pior, não estávamos jogando fora de casa. Pelo contrário, estávamos na nossa Meca.

Uma Meca fria. Pelo clima e pelo comportamento da torcida. A proximidade com a mata do Parque do Carmo e o descampado em que geograficamente se encontra a nossa casa, torna o ar mais frio.

E a torcida, que ainda não consegue se sentir em casa literalmente, nem sempre se comporta de forma calorosa. Até porque, o time não vem ajudando.

Ferrugem, o personagem do jogo – na verdade o personagem do jogo deveria ser Malcom – limitado, apenas mediano, depois que marcou um gol contra, passou o jogo inteiro com medo de errar. Mal conseguia dominar uma bola.

Nosso meio de campo, sem poder de criação, sem inspiração. Até porque não existe no elenco quem faça isso. Jadson e Renato Augusto (que não jogou), não são exatamente estes homens de criação. E Jadson, em queda no seu desempenho, mal consegue passar com qualidade.

Romero e Luciano são apenas esforçados. Malcom parece tímido, meio preso e quando você menos espera, lá está ele fazendo a função de guarda-costa de lateral.

O fato é que não existe diferença na forma de jogar entre o time dirigido por Mano e o time que era dirigido por Tite.

Constatação inequívoca de uma realidade. A diferença é que Tite teve tempo, sem ser pressionado, pra impor um esquema de jogo e formar um grupo forte e homogêneo.

E para Mano, o tempo está passando e seu trabalho termina daqui a 3 meses.

Em 9 meses não conseguiu formar um grupo minimamente homogêneo e equilibrado. E individualmente, alguns vêm deixando a desejar.

Elias, por exemplo, que parou de jogar bola. Errando passes, aparecendo pouco na frente, em declínio.

O melhor do time são o goleiro Cassio e o volante Ralf. Daí o motivo do time perder pouco e empatar tanto.

Agora é pensar no duelo contra o São Paulo. Um jogo com vários componentes explosivos. Será o primeiro majestoso na Arena Corinthians, lutamos diretamente contra eles na disputa pela vaga no G4 e existe a questão da rivalidade raivosa entre as torcida.

Entre as torcidas, já entre os clubes, nem tanto. Porque nosso presidente, competente na arte de fazer média com adversários (sejam políticos, no clube, sejam rivais esportivos), mantém uma excelente relação com o time do Convento.

Se ontem era ganhar ou vencer, domingo é questão de vida ou morte.

 


O jogo é em casa. Ganhar é obrigação

18/09/2014

Não importa se o pato é macho, a gente quer ovo.

E também não queremos saber quem pintou o céu de azul.

Hoje é ganhar ou vencer. E serve aquelas vitórias magras, 1 golzinho e sofrido.

Precisamos acumular mais 3 pontos.

Aliás, mais 6 nestes dois próximos confrontos.

Vencer a Chapecoense é mais que obrigação. É dever.

Até porque o time de Chapecó, jogando fora de casa, só venceu uma vez.

Portanto, é o adversário ideal para conquistarmos mais 3 importantíssimos pontos.

E partir com tudo pra cima delas, no domingo.

Time escalado, vamos de Cássio; Ferrugem, Gil, Anderson Martins e Fábio Santos; Ralf, Elias, Lodeiro e Renato Augusto; Luciano e Guerrero.

O horário do jogo é aquele ingrato, das 7 e meia da noite.

E a partir das 7 da noite você pode se conectar na Rádio Memória Corinthiana.

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Acesse http://memoriacorinthiana.com.br/ do seu computador ou Tune in e Radios, aplicativos para o seu dispositivo móvel (celulares e tablets).

Narração de Ernesto Teixeira, comentários de Silvio Romoaldo Jr e reportagens de Alex Tobias.

Vai Corinthians!


Fomos operados duas vezes: pela arbitragem e pelo time

14/09/2014

Perdemos para os Mulambos.

E podemos separar esta derrota em dois capítulos.

Ou melhor, três.

Primeiro, a arbitragem.

Fomos operados. Penalti inexistente e gol irregular.

E nem precisamos de tira-teima. Tudo ali, a olho nu.

Em segundo lugar, nosso time. Jogando pra fazer o tempo passar, contando com a sorte de um lance encaixado, de uma bola que entre.

Porque nosso time, seja em casa, seja nos domínios do adversário, é assim. Precisa marcar no primeiro tempo, de preferência antes dos 25 minutos de jogo. Quanto mais demora, mais distante fica a vitória.

Renato Augusto não é homem de criação. É carregador de bola, agudo, o velho ponta-de-lança adaptado aos tempos modernos. E não tem explosão pra marcar e carregar a bola. Hoje, fez mal tanto uma, como outra coisa.

Nossos laterais, insisto, são fracos. E isso o mundo todo sabe. E jogar pelo lado, é o que mais se tem feito no futebol ultimamente. E se você não tem este recurso, sai perdendo.

E se não tem quem crie, o ataque morre de fome.

Mano disse que o time tinha que jogar mais, agredir mais.

E o time não fez isto.

Mas o time joga assim porque assim é treinado durante a semana ou joga assim porque lá dentro resolvem fazer a coisa ao seu jeito?

E pra completar, a entrevista de Mano Meneses. Desânimo total. E este desânimo “contagia” todo o sistema.

De repente é o desânimo de quem não sabe o que fazer com o que tem na mão. Porque Jadson, que seria o responsável pela criação, apagou, virou o fio.

E as duas únicas opções que temos no elenco são estas.

Mesmo com a derrota, o time se manteve na quarta colocação. Nem tudo é desespero, com a derrota das Marias, diante dos Bambis, o campeonato voltou a ficar aberto.

E domingo que vem, confronto direto com os bambis.

Ma antes, a Chapecoense. Serão dois confrontos em casa, jogos pra 6 pontos.

Não da pra pensar de outro jeito. Todo o trabalho a ser desenvolvido nesta semana deve mirar os 6 pontos.

Nada diferente disto.


Dupla vitória de Petros

12/09/2014

Vencemos o Atlético Mineiro, 1 a 0.

Com a vitória, voltamos ao G4, a 3 pontos do SPFW e a 10 do líder Cruzeiro.

Jogamos bem, dominamos o adversário e a coisa aconteceu do jeito que tem que ser, um gol antes da metade do primeiro tempo.

Porque quando o Corinthians marca o primeiro gol antes dos 25 minutos, a equipe passa a se comportar melhor, impondo seu jogo, controlando melhor o domínio da bola, sem afobação.

Mas o dia, ou melhor, a noite, foi toda de Petros.

Primeiro, a boa notícia veio do STJD. Sua pena foi reduzida de 2 meses, para 3 jogos.

E depois, marcando um gol e extravasando sua emoção. Foram dias difíceis, cobrado internamente, pela mídia e por parte da torcida.

Mas tudo deu certo.

Agora é seguir em frente e voltar a jogar seu bom futebol, como ontem.

Nosso próximo adversário será os Mulambos, no Maracanã.

E vamos em busca de mais 3 pontos.

Vai Corinthians!


Hoje é dia de Corinthians !

11/09/2014

Logo mais, a partir das 19:30, tem Corinthians na Meca, em Itaquera querida.

Com o possível retorno dos “selecionáveis” Elias, Gil, Guerrero e Lodeiro, o Corinthians vai em busca de mais três pontos para se manter firma na luta pelo G4.

Informações do site oficial:

CURTINHAS DO TIMÃO

Aproveitamento
O Timão tem 60% de aproveitamento na temporada. Nas 42 vezes que entrou em campo, foram 21 vitórias, 12 empates e nove derrotas, com 65 gols feitos e 36 sofridos.

Aproveitamento como mandante
O Timão tem aproveitamento de 63% jogando como mandante em 2014. Em 20 jogos, foram 11 vitórias, cinco empates e quatro derrotas, com 35 gols marcados e dezoito sofridos.

Arena Corinthians
Essa será a décima partida do Timão na Arena Corinthians. Até aqui, são cinco vitórias, três empates e somente uma derrotas, com 18 gols marcados e sete sofridos. Luciano e Guerrero são os artilheiros, com três gols cada.

Artilheiros no Brasileirão
Na competição nacional, o artilheiro do Timão é Guerrero, com seis gols. Jadson está na segunda colocação, com quatro.

Convocados
O Corinthians teve quatro convocados para os amistosos nas datas FIFA. Gil e Elias atuaram pela Seleção Brasileira, além de Guerrero, pelo Peru, e Lodeiro, no Uruguai.

G4
Há 17 rodadas o Corinthians faz parte do G4. O Timão entrou no grupo dos classificados para a Libertadores da América na terceira rodada, quando bateu a Chapecoense.

Ralf
O volante é o jogador do atual elenco que mais atuou pelo Timão, com 281 partidas vestindo a camisa do Alvinegro. Em 2014, o camisa 5 foi titular em todos os jogos oficiais do Corinthians.

Um time de reforços
O Corinthians renovou o elenco com 11 contratações em 2014: Anderson Martins, Ángel Romero, Bruno Henrique, Elias, Fagner, Ferrugem, Jadson, Lodeiro, Luciano, Petros e Uendel.

FICHA TÉCNICA

CORINTHIANS x ATLÉTICO-MG
Campeonato Brasileiro 2014, 20ª rodada
Arena Corinthians, São Paulo-SP

Arbitragem

Árbitro: Dewson Fernando de Freitas da Silva-PA (ASP-FIFA)
Árbitro Assistente 1: Marcio Gleidson Correia Dias-PA (ASP-FIFA)
Árbitro Assistente 2: Heronildo S. Freitas da Silva-PA (CBF-2)
Quarto Árbitro: Marcelo Aparecido R. de Souza-SP (CBF-1)
Árbitro Assistente Adicional 1: Andrey da Silva E Silva-PA (CBF-1)
Árbitro Assistente Adicional 2: Wasley do Couto-PA (CBF-2)
Delegado: Manoel Serapiao Filho-BRA (ASS)

E você poderá acompanhar este jogo ouvindo a:

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Acesse www.memoriacorinthiana.com.br e acompanhe a transmissão com a narração de Ernesto Teixeira, comentários de Silvio Romoaldo Junior e reportagens de Alex Henrique Tobias.

Vai Corinthians!


Empate bom e resultado ruim. Ou vice-versa

08/09/2014

Empatamos em Criciúma, contra o time idem.

Não importa em qual posição esteja o time da casa na tabela, jogar em Criciúma é sempre difícil. O Cruzeiro, por exemplo, time sensação do torneio, também teve dificuldades e só empatou lá.

Com 6 importantes desfalques, o empate até que não foi mau resultado. Porém, em termos de pretensões de título, o jeito é focar na manutenção no G4. Manter-se entre os primeiros e torcer pela vacilação dos times de cima.

No primeiro tempo até que quase conseguimos chegar ao gol. Mas ficamos no quase. Com um time remendado, sem entrosamento, fica complicado cobrar qualquer coisa.

Sem criatividade, sem alguém que fizesse a bola chegar com qualidade a frente, jogando com o novato Malcom – que até foi bem, com um pouco mais de tranquilidade e menos afobação, teria feito um golaço – e com o esforçado Romero, o que fizemos deu pro gasto.

E no banco de reservas, nada que fizesse alterar o estado das coisas. Aliás, quase nada. Tínhamos Jadson, que ficou bronqueado ao ir para o banco de reservas, sendo preterido por Malcom, mas quando não entrou, não justificou, mais uma vez, o investimento. Esqueçamos, por ora, daquele Jadson das primeiras rodadas pós estréia.

É preciso compreender que o resultado, por pior que tenha sido, dos males, o menor. O problema são as circunstâncias. O Cruzeiro, ou ganha ou empata. E os bambis, começaram a jogar bola.

Nosso próximo jogo será em casa, diante do Atlético Mineiro, no indigesto horário das 19:30, quinta-feira.

Talvez com o retorno de alguns atletas que serviram a seleção – Elias e Gil, que retornam quarta-feira – as coisas devem melhorar.

Excelente semana a todos e Vai Corinthians!


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